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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

DirecTV avalia compra da operadora GVT




A DirecTV informou nesta quinta (14), que está avaliando a compra da operadora nacional GVT junto à francesa Vivendi.
A GVT, criada em 1999 foi vendida em novembro de 2009 para a Vivendi, assim conquistou participação no mercado brasileiro de banda larga, telefonia e TV a cabo ao oferecer preços mais em conta do que os concorrentes.
A DirecTV deve concluir a avaliação interna da GVT até o final de março. Segundo declarou o executivo à agência Reuters, “uma grande variedade de possibilidades relacionadas a uma possível transação” é considerada.
Porém, o suposto preço de £ 7 bilhões que os franceses pedem pela operadora é  considerado alto demais pelos italianos. Em 2013, a GVT pretende iniciar sua operação na cidade de São Paulo, cidade com o maior mercado do Brasil.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Oi lança TV paga por fibra óptica com banda larga de até 200 Mbps


Já está disponível para o mercado a oferta de TV paga da Oi com transmissão por rede banda larga de alta velocidade. O serviço será entregue via Fiber to the Home (FTTH), que leva fibra óptica até a casa do cliente, com velocidade que pode chegar até 200 Mbps.


O novo serviço é distribuído pela plataforma de IPTV (protocolo de internet), fornecida pela Alcatel-Lucent e Microsoft. Inicialmente  estará disponível na cidade do Rio de Janeiro, com cobertura nos bairros da Barra da Tijuca e zona Sul da capital fluminense. 

Depois que ganhar massa crítica na capital do Rio de Janeiro, a Oi pretende estender o serviço para Belo Horizonte e outras regiões do Brasil. Estudos de mercado da operadora já identificou a demanda por essa oferta em aproximadamente 20 cidades do País, que são alvo da prestadora de serviços para ampliação da nova rede de fibra óptica, que vai entregar não apenas TV, mas ultra banda larga, telefonia fixa e móvel.

“Estamos colocando um serviço no mercado que vai mudar o jeito de as pessoas assistirem TV. O conteúdo estará disponível agora a hora que elas quiserem”, afirma o presidente da Oi, Francisco Valim, citando a programação da novela do horário nobre, que poderá ser exibida para o assinante à meia noite ou quando ele tiver tempo para assistir.

Valim destaca outros recursos inovadores como zapping instantâneo, que troca canais com mais velocidade; e o gravador multi-room, que permite assistir à programação da TV em qualquer ambiente da casa com apenas um gravador. 

Um dos diferenciais da oferta, segundo Valim, é a possibilidade de o usuário poder conectar cinco pontos de sua residência, pagando uma mensalidade. O serviço também tem interação com redes sociais como Facebook e Twitter. 

Mais competição no mercado
Para o presidente da Agência Nacional de Cinema (Ancine), Manoel Rangel, a oferta de TV por assinatura da Oi e de outras operadoras em cima das redes de fibra óptica vão estimular a competição no Brasil e aumentar a cobertura desse serviço no Brasil. Ele lembra que a nova legislação, que abriu espaço para as operadoras de telecomunicações disputarem esse mercado, vai transformar esse mercado.

Pelos cálculos de Rangel entre 2015 e 2016 cerca de 50% da população, que têm televisão em seus domicílios terão condições de assinar o serviço pago, já que os preços devem cair com o aumento da competição. 

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que também esteve presente no lançamento da oferta de IPTV da Oi, no Rio de Janeiro, observa que até agora a TV assinatura cresceu no País por meio de satélite. Sua expectativa com a movimentação das teles para explorar o novo mercado é que elas ampliem os investimentos em redes de fibra óptica para que os serviço sejam entregues em alta velocidade e com preço mais acessível aos consumidores. 

"A nova lei tira as amarras para crescimento da TV por assinatura no Brasil e as teles nacionais têm escala para fazer com esse serviço cresça no País", afirma o ministro.  

Os pacotes 

A oferta de TV paga por FTTH da Oi chega ao mercado em pacotes triple play (Vídeo, 
banda larga e telefonia fixa) com opções de 50 Mbps e de 100 Mbps ao custo de 199,80 reais e 209,90 reais, respectivamente. 

Para atrair clientela para essa oferta, a Oi lançou uma campanha promocional em que os cinco mil assinantes que contratarem o serviço receberão do dobro da velocidade pelo mesmo preço. Assim, os que assinarem pacotes de 50 Mbps, terão o serviço de 100 Mbps e os de 100 Mbps passarão parra 200 Mbps.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

TIM impulsiona oferta de banda larga com TIM Fiber


A TIM Fiber (ex-AES Atimus) apresenta hoje (05/12) seu plano de negócios para os próximos anos, em reunião com analistas e investidores brasileiros e estrangeiros. O ativo conta com rede de fibra em 21 cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, que representam 27% do PIB nacional e somam R$ 30 bilhões do mercado total de telecom no Brasil, de acordo com a empresa.

Para a banda móvel, a conexão das antenas a essa fibra proporcionará aos clientes TIM banda larga móvel superior a 21 Mbps, segundo a operadora [partindo de São Paulo e do Rio de Janeiro. Ela informa ainda que a conexão à ultrabanda larga móvel também chegará a maior parte das cidades brasileiras a velocidade de 42 Mbps, graças ao desenvolvimento de infraestrutura e a troca de capacidade com outras operadoras de telecom, utilizando as redes da Intelig e da TIM Fiber.
A empresa aposta nos seus 5,5 mil quilômetros de rede de fibra óptica distribuídos nas regiões metropolitanas mais ricas do País como diferencial: “a TIM Fiber é um ativo único, em capacidade, capilaridade e tecnologia 100% fibra óptica. Permite velocidade máxima tanto no mundo móvel quanto no fixo, e a banda larga chegará até a 100 Mbps no mercado residencial e a 1 Gbps no mercado corporativo. 
A compra da rede de fibra óptica de São Paulo e Rio permitirá a interligação das antenas da TIM com fibra, criando moderna rede de celular, e irá aprimorar o atendimento a clientes residenciais e corporativos.
 
A TIM Participações concluiu o processo de aquisição da AES Atimus, que passou a ser denominada TIM Fiber, em outubro de 2011, por R$ 1,6 bilhão, numa das disputas mais acirradas por ativos de infraestrutura de rede do mercado de telecom brasileiro dos últimos tempos.