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sábado, 12 de janeiro de 2013

Ferramentas de colaboração fazem toda a diferença nos negócios. Saiba como

Pergunte a maioria dos CIOs sobre os motivos que levam a implementação de um projeto de Unified Communications (UC) ou comunicações unificadas. Provavelmente, eles responderão que a iniciativa é para reduzir custos ou gerar economia, substituindo a telefonia tradicional por Voz sobre IP (VoIP) e mensagens instantâneas.
Mas o valor real da UC, que é a melhoria das comunicações entre os funcionários e clientes, raramente é traduzido em reais.
Quando Richard Buss, vice-presidente de TI do laboratório farmacêutico norte-americano EMSL Analytical, começou a explorar UC em 2010, seus objetivos eram simplificar a infraestrutura de telecomunicações, reduzir custos, reforçar a rede e aumentar a redundância. Na época, Buss iniciou um amplo projeto para gerenciar uma miscelânea de sistemas de telefone espalhada pelos 
43 sites da companhia.
Ao analisar toda essa infraestrutura com as necessidades do laboratório, Buss descobriu que não era apenas a tecnologia de UC que precisava ser articulada. “Não tinha percebido como a comunicação unificada beneficiava a iteração com funcionários e toda nossa cadeia de valor”, afirma.
A equipe do laboratório percebeu que desperdiçou tempo, atendendo a telefonemas, sem organizar as chamadas deles. As informações estavam espalhadas pelas diversas bases de dados. Os clientes enfrentaram transferências frequentes para ramais ou eram desviados para correio de voz.
Muitos não eram atendidos porque não encontravam as pessoas que estavam procurando. “Não era essa experiência que os nossos clientes estavam procurando”, explica Buss. A EMSL conta com compradores como a Agência de Proteção Ambiental e o Porto de Nova York e perdeu negócios por falha na comunicação com clientes, segundo o líder de TI.
A EMSL tem uma rede de parceiros especialistas como microbiologistas, cientistas de alimentos, geólogos e químicos. Porém, clientes e funcionários internos não conseguiam se falar...
Mapa da comunicação
Durante a implementação do projeto de UC na EMSL, que levou um ano, a fornecedora da solução Alteva colaborou para mapear fluxos de chamadas, com a criação de grupos de trabalho virtuais espalhados por toda a empresa.
O Alteva Anywhere criou serviços como “siga-me e encontre-me”, para encaminhamento de chamadas para os celulares dos funcionários. Esse modelo foi a receita de sucesso da EMSL na avaliação de Buss. “As vendas estão aumentando. Conquistamos novos clientes e ganhamos de volta os que perdemos ao longo do tempo”, contabiliza o executivo.
Buss avalia ainda que a economia com o projeto foi maior do que o esperado. Os gastos com telecomunicações, por exemplo, caíram para um terço ao ano. Houve ainda aumento das vendas e redução da rotatividade de clientes.
A TI teve um papel estratégico nesse processo. “Até então, ninguém sabia o quanto era grave o problema de comunicação com os clientes”, relata Buss. Ele considera que a TI vê os problemas de negócio com outra óptica e busca alternativas.
O vice-presidente de TI da EMSL admite que não foi fácil a implementação do projeto de UC. Houve oposição do usuário, que se sentia perseguido, como acontece no Big Brother. Ele passou a ser monitorado pelas ferramentas do sistema de comunicação unificada e tinha resistência para usar a tecnologia.
 “Agora, podemos encontrá-lo. Dizemos que é melhor que ele esteja disponível para atender ao telefone”, diz Buss. “Agora, essas pessoas estão vendo os benefícios de UC. Temos maior capacidade para monitorar o ciclo inteiro das chamadas e descobrir o que nossos clientes querem.”
A EMSL emprega 600 pessoas e com UC também se beneficiou com recuperação de desastres na comunicação como perda de sinal e linha ocupada. A chamada é desviada para outra rota sem problemas. “Eu não tinha percebido o quanto esse processo é poderoso”, comemora Buss.
Naturalmente, a confiabilidade da VoIP é um problema. Buss considera que a disponibilidade de 99,999 prometida soa bem, mas isso não é o mesmo que o que tem recebido das empresas de telefonia tradicionais, que ainda derrapam na entrega de alguns serviços.

FONTE: CIO/EUA

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

WhatsApp tem 18 bilhões de mensagens enviadas em um dia



Na véspera do ano novo, o WhatsApp bateu um recorde na utilização do aplicativo. De acordo com a companhia no último dia de 2012 foram enviadas 18 bilhões de mensagens através do software em todo o mundo.
A companhia comemorou o record com um post no twitter. Comparado ao iMessege, da Apple, o número é bem impressionante, que tem médias de menos de um bilhão de mensagens de texto enviadas por dia.
O aplicativo esta disponível para plataformas como Android, BackBerry, IOS, Symbian e no Windows Phone. O app oferece ao usuário a possibilidade de comunicação instantânea por meio de mensagens de texto, imagens, áudio e vídeo.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Como a tecnologia está afetando nossas vidas e nossas relações


É impressionante a maneira como o mundo mudou nas duas últimas décadas. A disseminação da tecnologia digital, os novos canais de comunicação, as mudanças nas dinâmicas familiares, o novo ritmo de vida acelerado e a transformação radical dos hábitos sociais deixaram muitos de nós inseguros quanto ao que ainda está por vir. Por mais benefícios que essas inovações possam ter trazido, elas também tem deixado de lado uma série de coisas valorizadas pelas pessoas – como uma conexão com o mundo natural e o senso de comunidade.
A Euro RSCG Worldwide desenvolveu um importante estudo global sobre a nova realidade em relação à vida moderna e sobre como as pessoas estão reagindo à ela. Trabalhando em parceria com o Market Probe International, foram pesquisados 7.213 adultos em 19 países diferentes, representando uma população combinada de 3,6 bilhões.
“O estudo revela que existe um forte sentimento de ambivalência em relação ao futuro”, diz Bronson Smithson, VP de Planejamento da Euro RSCG. “De um lado, os consumidores estão abraçando a tecnologia e todas as conveniências da vida moderna. Por outro, estão melancólicos por alguns aspectos que estão se esvaindo, como a simplicidade, a intelectualidade e os laços com a natureza”.computerb2bmagazine
A analogia é analisada por Maurício Kato, CEO da Euro RSCG São Paulo. “A vida digital mudou a forma como encaramos a privacidade e a sociedade em si. Independente da idade, as pessoas estão preocupadas que a tecnologia possa estar roubando sua privacidade, e seu tempo de convivência com a família e amigos”, conta o executivo. “Grande parte de nossos entrevistados está preocupada que a sociedade se tornou muito ‘superficial’, dando muito atenção a coisas que não tem real importância”.
Highlights
- A modernidade tem sido sinônimo de progresso, mas a ideia do futuro não nos faz sonhar mais. 60% dos entrevistados globais acreditam que a sociedade está se movendo na direção errada. Mais preocupante, 4 em cada 10 pessoas sentem que estão desperdiçando suas vidas, e 72% estão preocupados com o declínio moral da sociedade.
- Enquanto apenas 10% acreditam que a tecnologia digital vai ter um efeito negativo global sobre o mundo, 42% acreditam que é muito cedo para dizer, sugerindo um nível relativamente forte de desconfiança e inquietação sobre o que está por vir.
- As pessoas estão ficando mais estúpidas? Metade da amostra se preocupa que a tecnologia digital e as multitarefas estão afetando a capacidade humana para pensar profundamente e se concentrar em uma tarefa de cada vez.
- 58% estão preocupados que nós possamos estar perdendo a capacidade de se engajar em debates civis. Sete em cada dez diz se preocupar com o aumento do extremismo político, e 64% estão preocupados com o aumento de paranoia e teorias conspiratórias.
- Mais de um quarto da amostra dizem que as rede sociais os tornam menos satisfeitos com suas próprias vidas.
- A cultura do consumismo tem se provado insatisfatória: a maioria diz que está cansada do consumo excessivo e estão tentando viver de forma mais simples. Quatro em cada dez dizem que seriam mais felizes se eles possuíssem menos coisas.
- Quase três quartos dos entrevistados em todo o mundo se consideram moderadamente ou extremamente preocupados com a crescente desigualdade entre ricos e pobres.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Comunicação IP possibilita economia de 43%, diz estudo


Levantamento mundial realizado pela Siemens Enterprise Communications apontou que infraestruturas IP geram para as organizações uma economia de 43% em relação aos sistemas tradicionais de PABX. Intitulado o Estado da Comunicação nas Empresas 2012, o estudo identificou ainda que a mobilidade está levando as empresas a se adaptarem à computação em nuvem e que questões relacionadas com o tamanho das equipes e a formação de pessoal muitas vezes adiam a migração para plataformas de comunicação unificada.


“Os sistemas de comunicação unificada baseados em IP não apenas simplificam a produtividade para os usuários finais, mas também geram economia de dinheiro às empresas", afirma Chris Hummel, presidente para a América do Norte e diretor de Marketing da Siemens Enterprise Communications.

Pelo menos 90% dos entrevistados listaram a colaboração IP na web, comunicações unificadas (UC) e videoconferência IP como tecnologias que serão discutidas em 2012 e mais da metade já as usa. Mas, apesar de a comunicação unificada ser prioridade para a maioria das empresas, questões relacionadas com pessoal muitas vezes dificultam a migração, indica o levantamento. 

De acordo com a pesquisa, os entrevistados têm notado que as equipes de TI, em geral, não têm as habilidades necessárias para implementar tecnologias mais novas, especialmente a computação em nuvem. Mais da metade sente que o cenário de TI ficou muito complexo e, combinado com a pouca capacitação e as taxas de alta rotatividade, pode dificultar a adoção da nuvem e da UC.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

2012: o ano da comunicação máquina a máquina?




Tecnologias que monitoram ativos de forma remota vão ganhar espaço no mercado, apontam especialistas. Redes inteligentes e 4G devem impulsionar a adoção desses sitemas.

Por TIM LOHMAN, DA COMPUTERWORLD (AUSTRALIA)

22 de novembro de 2011 - 07h30

O mercado de comunicação máquina a máquina [machine-to-machine (M2M), do inglês] pode não ter tido grande destaque neste ano, embora o crescimento do interesse das operadoras pela tecnologia que monitora ativos de forma remota tenha registrado incremento. Mas, no próximo ano, promete decolar, prometem analistas e fornecedores. 

Em todo o mundo, redes sem fio também foram instaladas impulsionadas pela demanda de maior largura de banda e implementações em estágio inicial de redes 4G baseadas em LTE (Long Term Evolution), evolução de 3G. Outro motivador é a necessidade por comunicação entre sistemas sem fio de forma rápida e eficaz. A busca por endereços IP por meio do protocolo IPv6 também não pode ficar de fora. E ainda a conexão entre dispositivos distintos: geladeiras, medidores inteligentes, marca-passos para carros etc.

"Nossa previsão é que a comunicação máquina a máquina e máquina a pessoa vãoser mais ser mais procuradas  em 2012", aponta Karabin. "A indústria de saúde, por exemplo, vai adotar nos próximos anos uma infinidade de dispositivos para coletar dados dos pacientes e consolidá-los de volta em soluções de cloud computing."

Como exemplo, que a tecnologia máquina a máquina a pessoa (M2M2P) poderia ser usada no setor de saúde para conexão sem fio de pacientes ou dispositivos de monitoramento de pressão arterial. Assim, quando integrados a software, os médicos poderão observar a saúde do paciente a distância e ao longo do tempo.

Outros dispositivos M2M, como medidores inteligentes, têm sido apontados como um dos principais meios para reduzir o consumo de energia, diminuir as emissões de carbono e os cortar custos, aponta Karabin. 

A indústria já deu a largada para conquistar esse mercado. Em abril deste ano, a Ericsson assinou acordo para adquirir a tecnologia máquina a máquina da Telenor Connexion, em um esforço para ampliar o portfólio nessa linha e aumentar o know-how no setor.

Quase um ano antes, em outubro de 2010, a empresa também apontou que as operadoras móveis estão se movimentando para estimular a adoção de M2M e que a oportunidade de comunicação entre dispositivos móveis e fixos era "enorme e sem precedentes".

Como resultado, haverá ainda mudança radical na maneira que as redes inteligentes atuarão no setor de energia, apontam especialistas.