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sábado, 10 de maio de 2014

Tempo

Você acha que não dá mais tempo de realizar seus sonhos? Quem sabe realmente alguma coisa sobre isto? O tempo não nos pertence... a vontade sim... Veja o vídeo e pense se tudo não passa de uma desculpa: 


terça-feira, 9 de julho de 2013

Dez atitudes para conquistar a infelicidade no trabalho

Segundo Albert Ellis, psicólogo norte-americano e autor do best seller Como conquistar a sua própria felicidade, o ser humano é incurável. Em síntese, somos passíveis de erros e sujeitos a pensamentos e atitudes derrotistas, motivo pelo qual manter-se otimista é um desafio permanente.

De fato, entra ano e sai ano, algumas pessoas simplesmente não querem evoluir. Elas continuam adotando o mesmo comportamento retrógrado do século passado, apesar de tantos cursos, treinamentos e toda literatura disponível para quem deseja crescer no campo pessoal e profissional.
Nesse sentido, embora as empresas contribuam muito para elevar ou destruir o moral dos empregados, penso que a felicidade ou infelicidade depende muito dos modelos mentais de cada ser humano em particular – padrão de pensamento, discurso, atitudes.
Por essas e outras razões, fica bem mais fácil distinguir os otimistas dos pessimistas, os perdedores dos vencedores, os que fazem acontecer dos que esperam acontecer. O seu discurso, decorrente do seu modelo mental estabelecido há anos, faz toda diferença no mercado de trabalho e na sua vida pessoal.
Em vez de pensar sobre o que fazer, sugiro que você reflita sobre o que não fazer para se tornar mais feliz no ambiente de trabalho. Mudar passa por uma questão de escolha, não porque a empresa quer que você faça e sim pelo fato de que não existe outra maneira de se tornar mais produtivo e feliz.
Como observador permanente do comportamento das pessoas no mundo corporativo, aqui estão as dez atitudes (negativas) – comportamentos, padrões, escolhas – dos profissionais que desejam conquistar a infelicidade no trabalho:
1.  Preocupar-se o tempo todo com o salário dos outros;
2.  Manter o discurso negativo e a postura do contra;
3.  Fazer corpo mole e acreditar que um dia a coisa muda;
4.  Formar panelinhas e forças de coalizão;
5.  Trabalhar feito alienado como se não existisse vida fora do trabalho;
6.  Conspirar contra o chefe e os companheiros de trabalho;
7.  Ter medo de trabalhar com pessoas melhores do que você;
8.  Buscar reconhecimento sem fazer nada para mudar a situação atual;
9.  Sofrer com o que outros pensam ou deixam de pensar a seu respeito;
10.Começar a segunda pensando na sexta. Será que você está no lugar errado?
Quer fazer um bom exercício? Avalie uma por uma e tente pensar o contrário. Veja como é difícil mudar o seu próprio modelo mental estabelecido. É a sua mente reptiliana em ação.
Na prática, significa dizer o seguinte: se você, como dono, empreendedor, diretor ou gerente pensa dessa maneira, o que dizer para os seus empregados ou para aqueles colaboradores que já não colaboram tanto?
Vai demitir um por um? Bobagem. Você pode substituir todos, mas o ambiente ao seu redor permanecerá nocivo enquanto você, que tem o poder na mente ou mesmo no cargo, não mudar a si mesmo.
Quando o discurso é negativo, pessimista, contrário a tudo o que a empresa precisa, a energia dissipada para mudar o ambiente é maior. Você se desgasta sem necessidade, conspira facilmente, perde o foco nas coisas que precisam ser levadas em consideração e, na maioria das vezes, sai da linha.
Quer conquistar a felicidade no trabalho? Basta fazer o contrário, porém, isso ainda vai demorar o tempo necessário que você precisa para mudar o seu discurso, as suas ações, as suas atitudes. Quanto mais tempo levar, mais irritação, injúria, fofoca e sofrimento.
É fácil ser feliz no trabalho? Claro que não! Sem hipocrisia! Porém, você pode sofrer bem menos quando dá o melhor de si e adota um discurso mais positivo, coerente com a sua maneira de ver o futuro. Entretanto, se você acredita que não tem futuro na empresa ou que a empresa não tem futuro, por que é que você continua nela?
Pense nisso e seja um empreendedor de si mesmo.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

"Worlidays" ajudam a ficar longe sem perder o contato


Lucy Kellaway*


Na maior parte deste verão estou em "worliday". Essa é uma palavra que inventei para descrever uma coisa que venho fazendo há alguns anos, mas que agora pareceu precisar de um nome. "Worliday" é como umas férias com um pouco de trabalho. É o futuro da maior parte dos trabalhadores profissionais e, na verdade, ao contrário do que a maioria das pessoas poderia pensar, ele é realmente muito bom.
Eis o que eu fazia quando estive em "worliday", há dez dias, no norte da Cornualha. Acordava, enviava alguns e-mails e depois saía para uma caminhada na praia. Depois, escrevia um artigo diante de uma janela com vista para um riacho. Em seguida, acendia uma churrasqueira do lado de fora de casa para preparar umas linguiças. Ou, se o céu estivesse cheio de nuvens carregadas, colocava as linguiças em uma grelha fechada. A maior parte dos trabalhadores profissionais já vem tirando "worlidays" há algum tempo.
O avanço constante desse conceito pode ser traçado pela ascensão e queda do e-mail automático que informa que o destinatário está fora do escritório. Cinco anos atrás, eles eram a última moda: se você enviava um e-mail em agosto, recebia uma mensagem automática informando que a pessoa com que você estava tentando contato estava de férias por duas semanas. Então, dois anos depois a resposta mudou: você ainda recebia a mensagem automática, mas ela era prontamente seguida de uma resposta apropriada digitada em um BlackBerry a partir da beira de uma piscina na Toscana.
Este ano, você simplesmente vai receber a mensagem da beira da piscina - pouquíssimas pessoas enviam e-mails informando que estão fora do escritório. De fato, na semana passada almocei com o presidente de uma companhia de mídia que proibiu seus funcionários de enviar esses e-mails, baseado na ideia de que eles são pouco profissionais e não fazem sentido.
A maioria das pessoas vai dizer a você que as "worlidays" não são saudáveis do ponto de vista psicológico. Certamente é uma coisa terrível ficarmos todos presos a BlackBerrys e em contato com o escritório mesmo quando supostamente deveríamos estar relaxando sob o sol (ou sob a chuva). Os especialistas em estresse afirmam que o descanso total é essencial para que nos relacionemos com nossas famílias, com nossas almas e recarreguemos as baterias.
Mas, pela experiência que tenho, a coisa não funciona bem assim. A bateria humana é um equipamento engraçado e nem sempre responde bem a uma imersão súbita na ociosidade com a família em um lugar estranho. O estímulo intelectual recarrega mais minhas baterias do que ficar presa em algum lugar num dia de chuva, acompanhada de adolescentes entediados.

"Worliday" é como umas férias com um
pouco de trabalho. É o futuro da maior
parte dos trabalhadores profissionais e,
na verdade, ao contrário do que a maioria
das pessoas poderia pensar,
ele é realmente muito bom."


De volta aos dias pré-internet, quando as férias representavam uma pausa obrigatória do trabalho, fazíamos um esforço enorme para ajeitar todas as coisas antes do início da folga. Então, chegávamos aos nossos destinos com os nervos abalados e com a cabeça cheia de preocupações profissionais.
Eu costumava tirar a primeira semana de férias para relaxar e deixava de me preocupar com o que estaria acontecendo no trabalho. Quando isso acontecia, já era hora de voltar a trabalhar e então uma desconcertante aclimatação era exigida na outra direção.
A primeira coisa maravilhosa das "worlidays" é que não há uma transição absoluta entre os dois estados. Como eu trabalho quando estou afastada do escritório, não há aquela correria para ajeitar as coisas antes. Melhor ainda: isso significa que você poderia ser capaz de se afastar com mais frequência, para compensar o fato de ainda estar quase trabalhando, mesmo ausente do escritório.
Desse modo, as "worlidays" não são prejudiciais à família, uma vez que elas têm duas vezes mais folgas. É fato que as crianças terão metade das atenções dos pais, mas a maioria delas vê isso como uma vantagem.
Todavia, a adoção em massa das "worlidays" não quer dizer que todo mundo deveria ter direito a férias mais longas, mas que o direito a férias deveria ser totalmente eliminado. O modelo corrente só faz sentido para as pessoas que trabalham com horários estabelecidos - estas pessoas claramente também precisam de férias determinadas.
Mas para os profissionais que não atuam seguindo horários rígidos por décadas, ter férias fixas parece um anacronismo. A Netflix, famosa por sua cultura descolada, desenvolveu isso há algum tempo. Seus funcionários podem tirar folga quando julgam necessário - ninguém mantém um registro de férias.
O perigo com um esquema desses é que as pessoas ambiciosas podem parar completamente de tirar folga, mas este é um perigo que já existe com o sistema atual. Na verdade, contanto que as pessoas sejam pagas para produzir resultados, em vez de ficarem sentadas em suas cadeiras, tirar bastante "worlidays" parece ser algo consistente com a obtenção de um grande sucesso.
E com essa nota positiva, estou prestes a fazer minhas malas e embarcar com a minha família para uns dias em Yorkshire. Nela, colocarei óculos de sol e botas Wellington - uma vez que nunca sabemos como o tempo estará por lá -, além de meu BlackBerry e o computador.
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*Lucy Kellaway é colunista do "Financial Times". Sua coluna é publicada às segundas-feiras na editoria de Carreira
Fonte: Valor Econômico on line, 08/08/2011
Imagem da Internet

sábado, 24 de setembro de 2011

Conectado. Uma autobiografia sobre amor, morte e tecnologia.



Conectado. O filme.
Parece no mínimo interessante.

Dia 16 de setembro, o documentário Connectado estará em cartaz nos EUA. Não sabemos quando ele vem para o Brasil. O documentário foi selecionado no festival de filmes de Sundance 2011 e tem alguns prêmios locais.

Como adoramos tecnologia e vivemos uma revolução digital, o filme com certeza trará algumas leituras contemporâneas sob uma ótica sempre norte-americana do que estamos vivendo no mundo da tecnologia.

Veja o trailer de Connected – Conectado abaixo:

A sinopse do filme Connected (Conectado) com certeza me deixou com vontade de saber o que a autora nos preparou:

Conectado. O filme.Você já pediu para ir ao banheiro quando o que realmente queria fazer era checar seu email? Dormiu com seu laptop? Ou se ficou tão obcecado que não conseguiu se desconectar totalmente? Neste filme engraçado e inspirador, a diretora Tiffanny Slain leva a audiência a uma incrível volta para descobrir sobre o que é estar conectado no século 21. Do fundador do Webby Awards até um apaixonado legionário do Dia Nacional da Desconexão, a relação de amor e ódio da diretora do filme com a tecnologia serve de base para uma exploração da vida moderna e de nosso futuro interconectado.
Um documentário ao mesmo tempo um relato autobiográfico, o filme se desdobra durante um ano onde a tecnologia e a ciência literalmente se transformam em uma questão de vida e morte para a diretora. Enuanto seu pai batalha contra um cancêr no cérebro ela se confronta com uma gravidez de alto risco e seu entendimento de conexão é desafiado. Usando um misto brilhante de animação, imagens de arquivo, filmes caseiros, a diretora Shlain revela o que nos liga as pessoas amadas e ao mundo todo. Um filme pessoal com relevância universal. Conectado explora como, após anos de nossa declaração de independência, pode ter chegado o tempo de declaramos nossa interdependência.

Eles até criaram um manifesto sobre interdependência com um evento crowdsourced:

Com certeza esse filme vai ser divertido e fazer você pensar sobre o que está acontecendo agora com o mundo.
Site do filme Connected / Conectado: http://connectedthefilm.com

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Por que você ainda não se matou?

Esta pergunta era feita pelo psiquiatra Viktor Frankl logo que seus novos pacientes adentravam em seu consultório. Frankl foi o criador da logoterapia e ficou mundialmente conhecido após a publicação do seu livro “Em Busca de Sentido”. Muitas pessoas passam por crises, muitas crises. Umas pessoas reagem e outras sucumbem à dor. Eu já passei por crises pequenas, crises médias e uma grande crise. O que me levou a passar a apreciar este fenômeno que acontece com todo ser humano e a recomendar a meus amigos e leitores do blog que aproveitem ao máximo os momentos de crise.

SE SUA VIDA ESTÁ PÉSSIMA PORQUE VOCÊ AINDA NÃO SE MATOU?


Cá entre nós, se você realmente não serve para nada e não agrega qualquer valor ao mundo, por que, afinal, ainda não se matou? Porque veja bem, isto é uma coisa bastante lógica de se perguntar. Quando um animal está em sofrimento, beirando a morte e sua existência se transformou em uma grande dor para todos, é normal sacrificarem o bicho. Porque então nós não nos matamos já que a nossa vida está indo de mal a pior?


Todos nós buscamos um sentido na vida. Seja doar-se a nossos filhos, trabalhar por uma causa nobre, ganhar rios de dinheiro ou elevar-se espiritualmente. Não importa muito em que nos apeguemos. Porém, o interessante é notarmos que nesta busca por um sentido, todo “sentido” é maior do que nós. Doar-se aos nossos filhos ou ganhar rios de dinheiro é algo que está fora de nós e portanto, devemos dedicar a nossa vida nessa busca. Trabalhar por uma causa nobre ou elevar-se espiritualmente também é algo que está fora, ou acima de nós, como preferir. Buscamos esse sentido, para por um fim na frustração de encararmos o fato de sermos apenas insignificantes.

E TEM GENTE QUE SE ACHA


No livro “Qual é a tua obra? ” do filósofo Mario Sergio Cortella, é exposto de forma muito interessante o que nós realmente somos. Não é uma teoria criada por Cortella, mas uma constatação de uma Verdade. Cada um de nós, seres humanos, somos um entre 6,4 bilhões de indivíduos, pertencente a uma única espécie, entre outras três milhões de espécies classificadas, que vive num planetinha, que gira em torno de uma estrelinha, que é uma entre 100 bilhões de estrelas que compõem uma galáxia, que é uma entre outras 200 bilhões de galáxias num dos universos possíveis e que vai desaparecer certa hora. Talvez, depois dessa constatação, não dê mais para sair por aí falando: “Você sabe com quem está falando?”

VIVENDO AS CRISES


Tudo o que falei até aqui, foi para convidar o estimado leitor a viver suas crises plenamente, não fugir delas. É preciso vivê-las! Primeiro, porque precisamos de um sentido para viver e segundo, porque somos tão insignificantes que nossa vida não faz a menor falta ao mundo, a não ser façamos realmente algo por ela. Não que façamos a diferença, mas que sejamos a diferença para nós.

Nas crises, é quando temos a oportunidade de enxergar claramente o que não queremos mais. Quando saí do Rio de Janeiro e vim para Curitiba com dívidas para todos os lados, passei mais ou menos um mês sem almoçar. Na hora do almoço, na empresa que trabalhava, eu sempre arranjava uma desculpa para não ir para onde meus colegas de trabalho estavam indo e ficava andando uma hora pensando na vida. Dei valor a cada almoço que comi após esse período porque percebi com clareza o que não queria mais para mim. Da mesma forma que também percebi que não queria cultivar inimizades e nem causar problemas para outras pessoas, como tinha feito até ali. Eu sabia claramente o que não queria e o que queria, criando uma visão muitíssimo clara do meu futuro.

Na crise, você chora, reza para Deus e qualquer santo, pede perdão por aquilo que fez e o que não fez. Conversa até com árvore se for preciso para se abrir. Você vive o pior dos seus momentos. Você entra em crise total. Sua vida desmorona e você fica ali, de forma insignificante e sendo esmagado pelas consequências dos seus atos mal refletidos. É o fundo do poço para você. E se já somos insignificantes, como Cortella demonstrou anteriormente, na crise somos menos ainda.

MAS NÃO SE MATE! PROCURE O PORQUÊ!


Quando você decide algo, novas possibilidades se abrem. Por exemplo, você decide não carregar mais culpa dentro do seu coração e a transforma em responsabilidade. Culpa você sente pelas coisas do passado, coisas que não dá para mudar. Responsabilidade você assume pelo futuro que está construindo agora. Assuma a responsabilidade pela sua vida insignificante e dê um motivo para ela não ser tão insignificante assim. Ela ainda será insignificante assim como a minha e a de todos os outros, mas se você for a diferença que deseja em você, já basta, seu exercício de personalidade estará concluído.

Chegue ao porque da sua vida e esteja pronto para morrer e não se suicidar.

Músicas da versão em áudio deste post:

The Sisters of Mercy – Lucretia, My Reflection
Bauhaus – Stigmata Martyr
Martin O’Donnell – Finish The Fight


by Marcos Rezende


Resiliência : “Um pouco de atenção pode colocar a sua mente à vontade.”

“Um pouco de atenção pode colocar a sua mente à vontade.”


Existem duas maneiras de se tornar mais resistente: um falando para si mesmo, o outro, fazendo uma reciclagem do seu cérebro.

Se você sofreu uma grande falha, o psicólogo Martin Seligman no artigo da HBR “Building Resilience (Construindo Resiliência), dá um sábio conselho:

“Converse com si mesmo.

Dê-se uma intervenção cognitiva e uma atitude positiva para o pensamento derrotista.

Desafie o seu pensamento pessimista e substituí-lo por uma perspectiva positiva.”

E como passar para trás esses problemas irritantes, chatos e frequentes que são rotineiros na vida de qualquer líder?

Resiliência, é novamente a resposta – mas com um sabor diferente.

Você precisa treinar seu cérebro.

O cérebro tem um mecanismo muito diferente para deixar para trás os aborrecimentos diários acumulados. E com um pouco de esforço, você pode atualizar sua capacidade de encaixar tudo isso.

Sempre que ficamos muito chateados, falamos ou fazemos algo, depois nos arrependemos . (e quem não, agora e depois não é mesmo?).

O circuito que nos leva de volta ao foco e a energia total concentra no lado esquerdo da nossa área pré-frontal, diz Richard Davidson, neurocientista da Universidade de Wisconsin. Ele também descobriu que quando estamos em dificuldades, há um aumento de atividade no lado direito da área pré-frontal.

Cada um de nós tem um nível de atividade característica, esquerda / direita, que prevê a nossa gama de humor diário – se estamos inclinados para a direita, mais perturba e à esquerda mais rápido a recuperação para todos os tipos de angústias.

Confira o método de treinamento de atenção que ensina o cérebro a registrar qualquer coisa, acontecendo no momento presente com foco total – mas sem reagir.

Davidson, Jon Kabat-Zinn, da Universidade de Massachusetts Medical School, Kabat-Zinn e uma equipe especializada dão as dicas.

As instruções são simples:

Encontrar um lugar calmo e privado, sem distrações por alguns minutos – por exemplo, fechar a porta do escritório e sem o telefone.


Sente-se confortavelmente, com as costas retas, mas relaxado.


Concentre sua atenção na sua respiração, ficar atento as sensações de inspiração e expiração, e começar de novo na próxima respiração.


Não julgue sua respiração ou tentar mudá-la de qualquer maneira.


Ver qualquer outra coisa que vem à mente como uma distração -pensamentos, sons, seja qual for – deixá-los ir e voltar, sua atenção para sua respiração.


Após oito semanas, e uma média de 30 minutos por dia de praticar a atenção plena, os empregados tinham deslocado a sua relação inclinada do lado direito estressado para o lado esquerdo resistente.


Para obter esse benefício integral, uma prática diária de 20 a 30 minutos funciona melhor, pense nisso como uma rotina de exercícios mentais.

Esse tipo de prática tem ganhado credibilidade entre os executivos e existem vários centros em que a atenção tem sido adaptado para os empresários.

by Daniel Goleman é co-diretor do Consórcio de Pesquisa sobre Inteligência Emocional nas Organizações na Rutgers University, co-autor do Primal Leadership: Liderar com Inteligência Emocional,e, mais recentemente, autor de O Cérebro e Inteligência Emocional:New Insights.

via Harvard Review Blog Network






Não tenho tempo para nada

Uma frase extremamente comum no mundo corporativo é “Não tenho tempo para nada!”. Como fã da democracia, eu sou obrigado a discordar! O tempo é um dos poucos recursos que todas as pessoas têm, igualmente.


Por outro lado, a forma que você aproveita as suas 24 horas, aí sim são outros 500.

Se está entre as pessoas que “não tem tempo pra nada”, confira abaixo algumas diferenças de postura que podem te levar a um dia-a-dia muito mais produtivo.


Mesmo apagar incêndios pode ser feito sem desespero


1. Ocupar o tempo vs. aproveitar o tempo


Existe uma coisa chamada Lei de Parkinson, que diz que “O trabalho se expande para preencher o tempo disponível para ser concluído”. Ou seja, se você fala pra uma pessoa ocupada “Você tem até tal hora para entregar algo”, essa pessoa dará um jeito de ocupar essas horas, mesmo que o prazo esteja extremamente folgado.

Por outro lado, as pessoas produtivas pensam “Preciso entregar essa tarefa. Vou dar um jeito de aproveitar as horas que tenho e entregar o máximo possível”.


Com esses pensamentos diferentes, dificilmente uma pessoa ocupada entregará algo antes do prazo. Em compensação, a pessoa produtiva está sempre pensando em formas de entregar além do esperado.


2. Fazer o que acontece vs. fazer acontecer


Uma pessoa “ocupada” se distrai muito fácil. Isso acontece porque sem um objetivo claro, qualquer interrupção parece relevante e o que é importante mas não é urgente fica sempre deixado pra depois.

A pessoa produtiva sabe que precisa alcançar um objetivo importante. Tudo que não estiver relacionado com esse objetivo deve ser ignorado até o objetivo seja alcançado.


Faz sentido imaginar um piloto de F1 checando o Facebook a cada 5 minutos durante a corrida? Por que faria pra você?


3. Seguir as regras vs. criar as regras


Pessoas sem postura produtiva normalmente recebem uma sequência de tarefas e saem executando sem entender muito bem o porquê. Isso tira a motivação e aumenta muito a dificuldade da tarefa.


Em compensação, pessoas produtivas fazem questão de entender exatamente onde precisam chegar. A partir disso, elas conseguem criar seus próprios planos e executá-los de maneira eficiente.


Conclusão: Produza ou descanse, enrolação é desperdício


Que fique bem claro, trabalhar 37 horas por dia dificilmente é a coisa mais produtiva a se fazer. Assim como qualquer máquina, o corpo humano precisa de manutenção e se você não tiver momentos para descansar, uma hora a máquina quebra.