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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Será que o Facebook vai matar o Call Center?


Originalmente publicado no blog Televendas & Cobrança por: Afonso Bazolli

fonte: LinkedIn

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Por: Marcelo Costa
Com uma base global de 1.6 bilhões de usuários, o Facebook é o local onde praticamente todos os humanos conectados estão. Só no Brasil estima-se que 114 milhões de usuários utilizem a rede de alguma maneira. Esse número corresponde a mais de 56% da população no país. Juntar tantas pessoas sob uma mesma infraestrutura é uma façanha impressionante, principalmente se observarmos que cada ser humano está a apenas 4.5 conexões de qualquer outro ser humano no planeta. Ou seja, 4 pessoas e meia me separam do Zuckerberg, do Mick Jagger, do Stephen Hawkins ou mesmo da Scarlett Johansson. São números cada vez mais expressivos, e a rede social engloba uma gama de serviços e apps que incluem várias funções:
  • Unified Communications: chat, voz, vídeo, presença, agenda e colaboração de arquivos (Messenger, Whatsapp);
  • Social Media: fotos e vídeos (Facebook, Instagram, Moments);
  • Anúncios: Facebook pages, vídeos, histórias;
  • E-commerce: compre agora, integrações com outras apps;
  • Entretenimento: vídeos, games, live streaming;
  • Tools: search, emotions, @Work.
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Tantas facilidades e pessoas transformam a rede social em uma das primeiras paradas para empresas que querem alcançar, conquistar, vender e engajar seu público-alvo. Sejam promoções ou mesmo suporte a clientes, as soluções do Facebook tem sido amplamente utilizadas para transformar o comércio, as comunicações e as pessoas. Grandes players do mercado de atendimento (solution providers), observando esta tendência e o sucesso de startups em desenvolver integrações para relacionamento com o cliente, iniciaram desde o final de 2010 a experimentar e a entregar Social Media Connectors. Gerindo as interações em filas de atendimento e otimizando com entregas em omnichannel, um operador pode responder a 5 interações simultâneas com clientes em um mesmo “atendimento”. E tudo pela internet, reduzindo drasticamente os custos de infraestrutura e o forecast. Ótimo para quem contrata, nem tanto para quem vende, mas num mercado tecnorgânico como este reviravoltas são comuns de tempos em tempos. Até o momento o Facebook tem permitido que tais integrações sejam feitas gratuitamente, ou a um custo baixo e todos tem feito bons negócios. Mas isto está prestes a mudar.
A F8 2016, conferência anual para desenvolvedores do Facebook, ocorrerá nos dias 12 e 13 de abril de 2016. Todos estão bastante animados com as novidades que serão apresentadas, mas diferente de outros anos, uma em particular tem gerado mais buzz do que qualquer outra: chat bots. Mas o que são chat bots? Simples, são scripts que analisam palavras chave nos diálogos e, como um assistente, disponibiliza um serviço relacionado ao que foi escrito. Ou seja, imagine que estamos conversando no Messenger e resolvemos ir ao cinema hoje à noite. Ao tocar na palavra CINEMA, a app perguntará automaticamente qual a sala, o filme e a forma de pagamento. Ao término da operação os ingressos serão entregues na própria app e só teremos que mostrar na entrada do cinema. Mas não para por aí! Afinal, nós combinamos de nos encontrarmos antes da sessão, e você escreveu seu endereço na mensagem. Tudo o que precisarei fazer é clicar sobre ele e o UBER perguntará se a corrida será imediata ou agendada, se o endereço de origem é o atual para, no final, mostrar o custo e efetuar o agendamento.
Aplicando um exemplo hipotético de suporte, imagine que eu seja um usuário de TV por assinatura e escreva estar passando por problemas na NET. O Messenger abrirá um menu de atendimento da NET para verificação de sinal no meu ponto, enviará um reset pelo sistema e me perguntará se o problema foi solucionado. Caso não tenha sido e exista algum outro procedimento que um agente remoto possa fazê-lo, um novo diálogo será iniciado, dessa vez com vídeo para que o técnico possa ver o que está acontecendo. Não obtendo êxito um agendamento de visita técnica é feito.
Extrapolando para um último exemplo, imagine estarmos conversando sobre a geladeira estar vazia e de precisar ir ao supermercado. O Messenger verificará quais os disponíveis para entrega no mesmo dia na minha região e abrirá a página de e-commerce do estabelecimento. Após escolher os itens, efetuarei o pagamento, acompanharei a entrega e avaliarei a experiência. Tudo dentro da mesma plataforma. Legal demais isso, não é?
Certamente para os clientes finais, os consumidores, que terão todas estas facilidades rapidamente entregues no mesmo lugar, sem precisar trocar de app ou mesmo discar para algum serviço. As empresas que contratarem estes serviços estarão imediatamente em vantagem frente às que não fizerem, pois, seus produtos ou serviços estarão imediatamente disponíveis. Diferente da concorrência que serão obrigados a incentivar os usuários a mudar de aplicação, o que pode parecer normal hoje, mas tende a mudar em breve. Para o Facebook, esta será a derradeira galinha dos ovos de ouro, uma plataforma única de onde seus usuários jamais precisarão sair, seus clientes integralmente presentes e as cifras rodando. Mas nem tudo será bom para todos. A começar para as empresas que desenvolvem apps, pois terão que se readequar a este novo ecossistema e, talvez, abandonar seus modelos de negócio anteriores. Quer um exemplo? Hoje o iFood é uma plataforma bastante utilizada, mas o que impediria os restaurantes de contratarem a inteligência diretamente do Facebook? Afinal, se eu escrever PIZZA o chat bot já buscaria automaticamente um restaurante aberto e que entregue na minha região, não havendo mais uma razão de ser para o iFood.
O cenário mais obscuro que parece mesmo ser para quem vende soluções de contact center. Tais empresas já vem sofrendo com a mudança de perfil dos usuários, que já não buscam uma chamada telefônica para resolver seus problemas e sim uma app ou soluções online. Muitos dos grandes players possuem pesadas estruturas de atendimento que se baseiam em soluções de voz, muitas das vezes vendidas em caixas fechadas com etiquetas caras. O tamanho destas naus as impede de fazerem manobras rápidas e, consequentemente, de acompanharem a velocidade das mudanças do mercado, quiçá serem os agentes disruptivos de outrora. Os chats bots do Facebook podem significar o fim de uma era no atendimento, onde contratantes passarão a ter suas operações novamente internalizadas, mas com foco na qualidade da rápida resolução e atendimento de seus clientes. Convergindo para operações enxutas, engajadas, assertivas e extremamente eficientes.
Essas são alguns dos pontos que a revolução proposta pelo Facebook pode trazer. Portanto, se sua empresa pretende gastar algum dinheiro em 2016 com tecnologias, processos e aplicações de atendimento, sugiro que antes vocês avaliem o que será apresentado na F8 pelo Facebook, pois pode ser que seja definido um caminho totalmente diferente para sua empresa.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Google+ é segunda rede social mais popular



A Trendstream realizou a pesquisa Global Web Index que mostra o crescimento e disputa entre redes sociais.
Na pesquisa, o Facebook continua sendo a rede social mais acessada no momento, seguido pelo Google+. A rede do Google tomou o segundo lugar em dezembro de 2012, superando o Twitter e até mesmo o YouTube, que também pertence à empresa.
Segundo os dados, em dezembro o Facebook teve 693 milhões de usuários, enquanto o Google+ contou com 343 milhões.
O Google vem integrando cada vez mais os seus serviços, o que gera esse impulso ao Google+. Os usuários acabam se conectando à plataforma social sem nem ao menos perceberem.
Com todos os usuários ativos geram suspeitas de todas as redes, uma vez que não inclui o número total de usuários, mas apenas aqueles que fizeram login em algum momento do mês.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Redes Sociais, um horizonte de oportunidades?



Segundo pesquisa realizada em 2011 para o MBA executivo em Crédito e Cobrança oferecido pelo Instituto GEOC, Instituto Gestão de Excelência Operacional em Cobranças que reúne as principais empresas de cobrança do País, em parceria com a ACREFI, a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento, que aborda a eficiência das redes sociais na localização de inadimplentes, 613 clientes de um total de 852 pesquisados têm perfil no Facebook e foram identificados pelas empresas de cobrança, o que corresponde a 72% do total da amostra. Esses dados abrem uma discussão sobre a utilização das Redes Sociais na busca, cobrança e negociação com devedores, até que ponto é ético se operar esses procedimentos através desses canais de comunicação da web. "Além de ilegal, segundo o IDEC - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor e do CDC - Código de Defesa do Consumidor, é extremamente imoral e antiético. É imoral, porque a estratégia de cobrança é equivocada em função de apenas querer recuperar o crédito dentro de um padrão que não leva em consideração o evento acontecido.
 
É antiético porque, ao constranger a pessoa "inadimplente" criamos seres humanos piores e ainda não recuperamos o crédito perdido", opina o filósofo e professor de Ética do MBA da Fundace, Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia e sócio e consultor da Aprendendo@Pensar, empresa especializada em Educação Corporativa, Francisco Assis Santos.

Independentemente da questão ética, pela lei brasileira, o artigo 42-A do Código de Defesa do Consumidor estabelece que: "na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será exposto a ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça", pontua o advogado do escritório Katzwinkel & Advogados Associados, que atua na área de Direito Civil e Empresarial, Rafael Berzotti.

O profissional de advocacia afirma que para se evitar constranger o cliente no ambiente virtual, o que pode acarretar sérios problemas judiciais para uma instituição financeira, os colaboradores devem ser cautelosos na abordagem e bem preparados para a tarefa. "Entendo que a simples divulgação pelo credor - financeira ou colaborador desta -, no ´mural´ do perfil do devedor, de existência de dívida ou mera alusão a esta é suficiente para a configuração do constrangimento vedado pelo art.42 do CDC. O ´mural´ de uma rede social não é cartório de protesto. É espaço pessoal do usuário. Se desse constrangimento se puder deduzir dano, não há como se afastar a tão propalada indenização por dano moral", enfatiza.

 O uso do Facebook para a identificação de inadimplentes pode estar atrelado ao alto índice de participação dessa ferramenta online no cotidiano do Brasil e consequentemente das empresas que formam o mercado financeiro no País. "O Brasil liderou o crescimento no número de usuários do Facebook no segundo trimestre de 2012: no período de junho de 2011 para junho de 2012 teve um crescimento de 146% de usuários ativos. O Brasil também representou o principal crescimento de usuários móveis - por celulares e tablets - do Facebook. No mundo, 60% do acesso ao site é feito por celulares e Smartphones. Hoje, o Brasil é o 2º maior país no Facebook, com 60,66 milhões de usuários", enumera,  Tatiana Pomar, autora do estudo do Instituto GEOC em parceria com a ACREFI  e Gerente comercial da J.A. Rezende.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Como aproveitar o poder das redes sociais para incrementar os negócios


COMPUTERWORLD/ESPANHA


Facebook, Twitter, Instagram, LinkedIn. Essas e outras redes sociais tornaram-se fenômeno que vieram para ficar. Esse cenário reflete a enorme importância que as mídias sociais estão ganhando no mundo moderno e a grande oportunidade que trouxeram para as empresas.

Agora, as organizações podem tirar proveito da extraordinária massa de informação das mídias sociais e até mesmo criar comunidades online para ajudar a melhorar os seus produtos e aumentar as vendas. Pode parecer simples à primeira vista, mas uma estratégia de sucesso no mundo social é realmente uma questão complexa.

Como criar comunidades autênticas na web que forneçam valor para as empresas? Basta criar fóruns e espaços virtuais para entrar em contato com os consumidores? Como os usuários podem colaborar ativamente para o crescimento e a melhoria da empresa? As respostas para essas perguntas são debatidas em um relatório recente do instituto de pesquisas Gartner. As principais conclusões estão resumidas abaixo.

Participação ativa


Para entender melhor seus clientes e até mesmo trabalhar com a criação de produtos, não basta somente solicitar. As redes sociais são bidirecionais e, como tem sido demonstrado ao longo dos últimos anos, requerem contato intensivo constante entre as duas partes [empresa e usuário].

No entanto, analistas do mercado observam que muitas organizações ainda estão olhando para as mídias sociais como um canal de comunicação corporativa simples, eliminando, assim, a possibilidade de colaboração em massa. Portanto, promover o diálogo ativo e realizar incentivos (concursos, presentes etc) com a comunidade, motiva a comunidade a gerar conteúdo e aumentar a participação no processo social do século XXI.

Aprovação da comunidade

Ao propor uma estratégia de mídia social, a primeira ação que deve ser feita é medir os objetivos que a empresa quer atingir. Esse princípio deve aplicar o método clássico de negócios, mas também usar a perspectiva dos usuários que irão colaborar com a empresa nas redes sociais.

Em outras palavras: as pessoas precisam de uma causa por participar, algo que envolve a adoção de iniciativa social pela comunidade. Quanto mais pessoas envolvidas, desde o início, mais vão contribui. Tornar a rede social atrativo para os usuários é fundamental para garantir o sucesso de um plano de mídia social.

O Gartner aconselha que as organizações estabeleçam um objetivo específico e bem-definido que é facilmente identificável e significativo para o público. Por outro lado, é muito importante aproveitar os acontecimentos do mundo físico e utilizá-los como um catalisador para a participação social.
Transparência e persistência

As mídias sociais exigem que a empresa seja mais transparente com as pessoas com as quais se relacionam online. Isso é um imperativo do próprio conceito de mídias sociais (quebrar barreiras do mundo 1.0) e que deve ser abraçada por organizações.

Os comportamentos da colaboração em massa não podem ser modelados, concebidos ou controlados por sistemas tradicionais. Isso significa que as empresas devem, recomenda o Gartner, ter um cuidado especial com a atenção dada aos usuários, em tempo real.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Como tirar melhor proveito das redes sociais nas empresas

A medida em que o Facebook e outras redes sociais ganham popularidade, as empresas começam a estudar formas de usar essa tendência favoravelmente dentro do ambiente corporativo. O resultado: uma enxurrada de companhias de software social para uso corporativo brigando por um lugar no portfólio de TI e dezenas de executivos de TI e de negócios, tentando mapear o cenário e desenhar planos de longo prazo.
Novo estudo da Forrester Research mostra, no entanto, que essa tendência ainda está muito incipiente. A chave para ampliar a adoção e o sucesso das novas ferramentas sociais, segundo o levantamento, está em entender quem as usa e como estão usando e que políticas as empresas precisam criar e colocar em prática para dar suporte a esse uso.
A seguir, você verá um cenário desenhado pelas principais descobertas da pesquisa da Forrester, chamado de “The Enterprise 2.0 User Profile: 2011”, junto com algumas recomendações de como a companhia pode tirar melhor proveito dessas ferramentas. O estudo foi realizado a partir das respostas de quase 5 mil profissionais de TI nos Estados Unidos.
Quem usa e por que usa
Dos 4.985 profissionais de tecnologia da informação ouvidos, 28% usam algum software
Há três tipos de pessoas usando software social com frequência na empresa atualmente: os early adopters; os mais atarefados e ocupados; e os funcionários mais jovens. Isso não é nenhuma surpresa, diz o analista da Forrester t T.J. Keitt, porque esses grupos são os candidatos óbvios a adotar a mídia social.
Os chamados early adopter são geralmente usuários de tecnologia assíduos, sempre abertos a ser os primeiros a testar novas soluções. Os mais ocupados na empresa sempre procuram encontrar formas de acelerar processos. E os mais jovens são os que naturalmente ajudam a levar ferramentas sociais para dentro da corporação.
Segundo o levantamento, 39% das pessoas que usam mídias sociais dizem que o fazem porque são fáceis de manusear e relevantes. “A principal razão para os trabalhadores em tecnologia da informação utilizarem ferramentas sociais é porque as barreiras para chegar até elas são poucas e a mídia social resolve os problemas de trabalho”, diz Keitt. A segunda razão mais importante é que “são jeitos eficientes de realizarperceptível no trabalho”, compelta.
A pesquisa identifica que mesmo os early adopters ainda não fazem uso amplo do recurso. Mais da metade dos ouvidos (55%) disse utilizar no máximo uma ferramenta de social media, o que é interessante, argumenta Keitt, porque muitas empresas desse mercado oferecem plataformas sociais que consistem de uma série de aplicativos sociais.
Isso quer dizer que redes sociais públicas – especificamente o LinkedIn e o Facebook— são ainda as ferramentas corporativas padrão que os funcionários recorrem durante o trabalho. “Isso sugere que muitos profissionais descobrem o valor do social para os negócios não por trás de um firewall corporativo, mas por conta de poderem interagir com colegas e clientes na esfera social pública”, escreve Keitt.
Como um CIO deve desenhar sua estratégia social
Profissionais que lidam com conteúdo e colaboração enfrentam alguns desafios na hora de criar um mapa de adoção de software social: parcela pequena da força de trabalho adotou essas ferramentas e mesmo dentro desse grupo há limite para o uso da tecnologia. Diante disso, a Forrester sugere cinco ações iniciais nas quais vale a pena concentrar os esforços nessa primeira fase.
1- Avaliar políticas corporativas
A pesquisa é clara nesse sentido: mesmo que muitas empresas ainda imponham restrições aos empregados para acesso a redes sociais públicas, como o Facebook e o Twitter, isso não necessariamente tem impedido o acesso por meio de equipamentos pessoais e smartphones. Se você não pode impedi-los, junte-se a eles, diz o ditado.
Nessa linha, a Forrester recomenda gerar políticas internas que estimulem o uso responsável das tecnologias sociais no trabalho. Isso deve incluir mudar regras que descrevem o que é um comportavmento aceitável ou não e criar incentivos para que as pessoas ajam de acordo.

2 - Encorajar e engajar os early adopters
Para a Forrester, será muito difícil replicar os efeitos da rede de milhões de usuários engajados em ferramentas sociais públicas. Mas você pode convocar os usuários mais antigos e experientes de redes sociais para ajudar a criar páginas de perfil social corporativo, assim como eles foram capazes de criar suas páginas pessoais no LinkedIn ou no Facebook, para facilitar a criação de uma cultura de uso dessas ferramentas.
3 - Junte-se aos seus funcionários socialmente ativos
Comece identificando os profissionais mais ativos em redes sociais internas e externas. Faça entrevistas com eles para entender como e por que usam as redes sociais.
Segundo a Forrester, o conhecimento coletivo identificado nessas conversas vai prover elementos para criar a fundação do plano de negócios para o uso eficiente de redes sociais na empresa.
4 - Convoque os gestores
Para tornar o software social valioso para a maioria dos empregados, a Forrester sugere que a gestão se envolva diretamente, investindo tempo e recursos para criar e alavancar a estratégia. Isso pode representar a convocação do diretor de Marketing ou do CEO para ajudar a escolher a plataforma, agir como elemento de ligação na divulgação das expectativas e também ser usuário ativo da tecnologia para dar o exemplo.
5 - Com os fornecedores, mais, algumas vezes, é menos
Segundo a Forrester, pode ser muito bom prover um portfólio vasto de ferramentas sociais para dar mais flexibilidade aos funcionários, contudo é mais importante escolher aquela que mais atende aos interesses coletivos e focar nela. Quando for avaliar fornecedores, certifique-se de que a pergunta será sobre como o que eles oferecem atende aos seus interesses, em vez de ficar fascinado pela quantidade das ofertas.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Atos Origin dá fim a emails na comunicação interna


A empresa de serviços em TI, Atos Origin, com sede em Londres, pretende ser uma empresa 100% livre de emails em até três anos. A intenção é acabar com a poluição de informações que congestiona a rotina de trabalho de gestão.
Durante uma conferência de imprensa realizada essa semana, o CEO da Atos Thierry Breton afirmou que irá interromper o uso de emails internos e adotará plataformas sociais para dar conta da comunicação entre funcionários e departamentos da empresa.
O executivo afirma que a questão do alto fluxo de emails deve ser encarado pelas organizações o quanto antes. “Produzimos dados em escala maciça e esse volume de informações acaba por poluir o ambiente de trabalho e tomando conta de nossas vidas, incluindo a esfera privada”, disse.
Para Brenton, essa medida não é nova, o executivo encontra similaridades entre ações desse tipo e as executadas por empresas na época pós-revolução industrial, quando as companhias entenderam a necessidade de reduzir a poluição ambiental.
De acordo com o CEO, o volume de emails que trafegava na Atos estava inviabilizando os negócios. Levantamentos internos deram conta de que seus executivos passavam até 20 horas por mês lendo e respondendo emails.
A empresa informa que configurou ferramentas colaborativas internas e adotou redes sociais para partilhar e identificar oportunidades  de inovação e de melhoras na gestão da empresa.
“Essas alternativas oferecem plataformas mais pessoais e de maior apelo. Além disso, são econômicas e trazem reais resultados para todos os envolvidos. Isso, sem falar na redução imediata de até 25% no volume de emails”, finaliza Breton.


Uma aplicação útil para as redes sociais e o fim da comunicação interna baseada em e-mails (até que enfim). 

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Em busca de uma utilidade: Redes sociais se tornarão ferramentas de gestão do conhecimento, prevê estudo



As redes sociais, como Facebook e Twitter, serão utilizadas neste ano tanto como ferramentas de produtividade dentro das empresas quanto como canal de relacionamento com os clientes, de acordo com um estudo da Unisys, empresa de tecnologia da informação voltada a soluções de missão crítica.
Ainda de acordo com o estudo, no âmbito da tecnologia da informação, a chamada “consumerização” de TI (que significa como os equipamentos pessoais e as redes sociais, utilizadas pela sociedade de modo geral, estão ganhando espaço nas empresas) deverá se expandir mais rapidamente. Os dispositivos móveis, como smarthphones e tablets, além dos computadores pessoais, tendem a ganhar funcionalidades corporativas, permitindo o usuário final acessar recursos da empresa através desses equipamentos. Por outro lado, as organizações necessitarão modernizar o acesso ao usuário pelos dispositivos móveis e, ainda, oferecer suporte de uso.
No que tange à segurança virtual, para a Unisys, as organizações trabalharão cada vez mais para integrar a infinidade de sistemas físicos e digitais em painéis de controle únicos que lhes permitam monitorar melhor as ameaças à segurança em toda a organização.

Infográfico: A história das redes sociais

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sábado, 22 de janeiro de 2011

Infográfico | Mídias Sociais: Onde as empresas erram.



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Fonte: A pesquisa foi realizada em julho de 2010 e teve como respondentes os assinantes da revista e newsletter da Harvard Business magazine. Foi complementada com 12 entrevistas em profundidade.Acesse "More Than Talk: The Search for Impact and Analytics of Social Media Use" para conhecer ainda indicadores como a percepção x a profundidade de informação e os benefícios que aparentam ser ainda maiores nas redes sociais.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Como Não perder Tempo com as Redes Sociais

Há alguns anos quando falávamos sobre redes sociais, ou mais especificamente o Orkut (que era a rede predominante na época) 

a maioria das pessoas achava uma perda de tempo, que eram 

desnecessárias, coisa de adolescente ou apenas para diversão. 

Em pouco tempo essa percepção foi totalmente alterada.

Podemos comparar a entrada das redes sociais com a entrada do celular na vida das pessoas. No começo havia muita gente que jurava que nunca precisaria de um celular, e que era o fim dos tempos ter que andar com o telefone no bolso. Hoje em dia, a grande maioria dos Brasileiros não consegue mais viver sem o seu aparelho.
As redes sociais entraram para ficar na vida das pessoas e das empresas, e isso obviamente acaba afetando nosso tempo de alguma forma. Se usar bem vai aproveitar os benefícios, agora se usar mal, vai conseguir mais um ladrão de tempo para você se perder na sua rotina.
Muitas empresas me questionam se devem ou não liberar o acesso às redes sociais na empresa, e eu digo que deve ser proibido se sua empresa também revista os funcionários e proíbe a entrada de celular. Caso contrário, tem de estar liberado! Rede social é parte da vida e do tempo de todo mundo hoje em dia, ajuda a impulsionar muitos negócios, gera networking, contrata pessoas, busca informações, ajuda a pessoa a relaxar, a se comunicar, etc. A revista Veja trouxe uma pesquisa que mostrou que 21% dos profissionais pediriam demissão caso tivessem o acesso às redes sociais bloqueado.
Na minha visão, com o que as empresas e você precisam se preocupar é com o uso consciente da ferramenta, ou como qualquer outra, vai matar sua produtividade por completo. Se mesmo assim achar que deve bloquear, então use um meio termo: libere nos horários antes e pós-expediente.
Veja algumas dicas sobre como não perder tempo com as redes sociais:
  • Participe de redes sociais relevantes – Você não precisa estar em 10 redes sociais, selecione as mais relevantes e que tenha o maior número de pessoas conectadas a seus objetivos. Eu participo apenas de 3 redes (sou eu quem atualizo pessoalmente): TwitterFacebookLinkedIn, o resto não me agrega;
  • Desabilite os avisos de recados e mensagens – Configure suas redes para não ficar te avisando, apitando ou enviando e-mails a cada nova mensagem ou scrap que você receber. Se você receber todos os avisos, vai perder um tempo que você nem imagina e o que os olhos vêem, a curiosidade não consegue controlar, não é?;
  • Tenha horários – Assim como eu recomendo no e-mail, nada de ficar com a rede aberta toda hora. Defina horário ou dias para atualizar e olhar suas redes. Eu costumo olhar minhas redes sempre de noite ou aos domingos. O twitter, quando estou na empresa, vejo três vezes por dia e olhe lá.
  • Utilize Softwares – Existem milhares de programinhas que ajudam você a atualizar suas redes sociais de forma simples e integrada. Eu utilizo e recomendo o Tweetdeck, ele integra todas as minhas redes, ou seja, basta escrever uma vez para todas as redes serem atualizadas. O Echofon para Firefox também é excelente. Para celulares existem diversos, basta dar uma pesquisada que vai achar algum com a sua cara.
  • Dica para o twitter – Como o twitter está na moda, a minha dica é: siga poucas pessoas, mas com conteúdo relevante. Se você seguir muita gente não deve estar usando o twitter como fonte de conhecimento e provavelmente ele não deve estar agregando muito valor ao seu dia-a-dia, pois acaba tendo tantas mensagens que dificilmente você vai ver.
Redes Sociais são a invenção mais nerd que deu mais certo no mundo dos “pops”! Impossível viver sem, mas não se perca por causa dela, saiba usá-la com sabedoria e que não jogue seu tempo no lixo!
PS.: Fique a vontade para me adicionar nas redes sociais! 
Twitter: LBasileF, Facebook/LinkedIn: Luciano Basile

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Reflexões

Chega a ser irônico ver gurus da internet falando sôbre o poder dos blogs e das redes sociais usando a mídia tradicional: Jornais, livros e revistas. 

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Vem aí uma nova rede social: Diaspora

Criadores anunciam lançamento de 'anti-Facebook'

 


Os responsáveis por um site de relacionamentos que pretende ser a antítese do Facebook anunciaram seu lançamento para o dia 15 de setembro.
O projeto Diaspora se descreve como uma rede social "atenta à privacidade e pessoalmente controlada".
O projeto de fonte aberta ganhou repercussão no início do ano, quando o Facebook foi obrigado a simplificar suas definições de privacidade, criticadas por serem complexas e confusas demais.
Desde então, o projeto Diaspora, desenvolvido por estudantes americanos, conseguiu arrecadar mais de US$ 200 mil em doações.
"Já temos o Diaspora funcionando do jeito que nós gostamos, e ele terá sua fonte aberta no dia 15 de setembro", anunciou a equipe em seu blog.
O grupo disse ter passado os últimos meses "construindo compartilhamentos contextuais e claros".
"Isso significa uma forma intuitiva para os usuários decidirem quais conteúdos vão para seus colegas de trabalho e quais vão para seus colegas de bar. Sabemos que isso é um problema difícil e o tomamos com seriedade", disseram.
Arrecadação
O projeto foi iniciado por três cientistas de informática e um matemático de Nova York.
Sua ideia de construir a nova rede ganhou força após a onda de críticas contra a falta de privacidade do conteúdo no Facebook, a maior rede de relacionamentos do mundo.
"Queremos colocar os usuários de volta no controle do que eles compartilham", afirmou na época à BBC um dos fundadores, Max Salzberg.
A equipe abriu um site para arrecadar US$ 10 mil que eles consideravam necessários para financiar a construção da rede.
Mas no final, eles acabaram arrecadando US$ 200.642 em doações de 6,5 mil pessoas.
Entre os doadores estaria o próprio fundador do Facebook, Mark Zuckerberg.
Código aberto
O lançamento inicial no dia 15 de setembro será para a fonte aberta do Diaspora, o que significa que os criadores do site tornarão público seu código para que qualquer usuário o veja e modifique.
Os programas de código aberto têm o objetivo de permitir que os usuários modifiquem os programas para oferecerem inovações.
Mas muitos acreditam que será muito difícil a tarefa de competir com o Facebook, que já tem 500 milhões de usuários e um valor estimado em US$ 33 bilhões.