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segunda-feira, 16 de março de 2020

Coronavírus

Vivemos em um mundo altamente conectado. Nenhuma novidade. É de esperar que uma epidemia hoje, se propague em velocidades alucinantes. Não dá para comparar com outras pelo qual a humanidade já passou e superou. 

Mas como todo moeda tem dois lados, penso que essa pandemia irá redefinir novas relações de trabalho.

Quando comecei minha vida empresarial, 1993, vislumbrei o quanto era desnecessário ter um Escritório físico. Já dessa época eu defendia a virtualização dos locais de trabalho, especialmente os escritórios. 

Sempre defendi que não existe uma atividade sequer em um escritório que não possa ser feito a distância. Só precisamos estar minimamente estruturados.  

Sabemos que a forma de achatar o gráfico de expansão da doença é reduzindo a circulação de pessoas. Achatando a curva.  E isso se faz colocando as pessoas para trabalharem em casa. Conseguiremos fazer isso para 100% das pessoas? Não. Mas o objetivo é reduzir a circulação de pessoas, se possível eliminar. Mas nesse momento estamos falando de redução. 

Eu trabalho para a Indústria de Crédito e Cobrança. Empresas de cobrança e call centers são locais onde existe grande concentração de pessoas. Chegou a hora de sairmos do discurso para a prática. A tão propalada disruptura do setor pode ser posta em prática já. 

Soluções web Based, que integram CRM, discador IPBX, Dashboard, Disparo de SMS e land pages, atendimento por robôs e/ou whatszap, ou Skype ... isso é a nossa realidade.



SAC com redirecionamento    -  chave 123

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sábado, 11 de agosto de 2018

AI - Inteligência Artificial

O termo Inteligência Artificial  (AI) é bastante vago e, na maior parte dos casos, descreve programas feitos com base no machine learning.
O principal fundamento de uma Inteligência Artificial de qualquer tipo é a habilidade de aprender e tomar decisões com base nesse aprendizado. Por isso toda IA precisa ser treinada. O que se faz é escrever um programa e treiná-lo para realizar uma tarefa com um nível de automação e independência que um programa comum não tem.
Um exemplo é a IA que categoriza as fotos no Google Photos. O treinamento foi feito para que a IA consiga reconhecer diversos objetos, animais e pessoas em fotos e vídeos. Para isso, o programa passou por extensos testes em vários cenários. A IA foi programada para entender o que um cão é, o que um gato é, o que uma cor é (não com base em termos subjetivos, mas em termos objetivos, como características inerentes a cada uma dessas coisas). Esse conhecimento foi, então, abstraído. A partir daí, a IA consegue (e tem a liberdade para tal) decidir quando há um gato na foto e se o homem em uma foto é ou não o João.
Atualmente uma IA faz estritamente aquilo que lhe é designado. Há o espaço para que o programa “pense” e tome decisões por conta própria, mas sempre dentro de um limitadíssimo espaço. Seja para categorizar uma foto ou para tomar decisões em carros autônomos, uma IA não possui consciência dos seus atos e não faz reflexões sobre o que aconteceu. As tomadas de decisões são baseadas em estatísticas (o quanto aquela decisão se converteu em sucesso e uma série de outras variáveis).
As inteligências artificiais possuem muito mais similaridades com programas comuns do que com humanos. O termo “inteligência artificial” acaba provocando esse sentimento de que é um ser vivo, algo pensante, quando na realidade é apenas um programa complexo que possui alguns truques.
Deixarei de recomendação dois vídeos de palestras na plataforma TED caso você queira entender melhor todos esses pormenores: