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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

HP apresenta o tablet ElitePad, nova aposta para mobilidade em corporações



crédito: Divulgação
HP ElitePad na dockstation
HP ElitePad na dockstation
crédito: DivulgaçãoHP ElitePad perfil traseiro
HP ElitePad perfil traseiro
crédito: DivulgaçãoHP ElitePad na dockstation e com teclado
HP ElitePad na dockstation e com teclado
crédito: DivulgaçãoHP ElitePad com a Smart Jacket, que expande as funcionalidades do device
HP ElitePad com a Smart Jacket, que expande as funcionalidades do device
crédito: DivulgaçãoDockstation do HP ElitePad 900
Dockstation do HP ElitePad 900
crédito: DivulgaçãoDetalhe para a bateria extra da Samrt Jacket do HP ElitePad
Detalhe para a bateria extra da Samrt Jacket do HP ElitePad
crédito: Renato GalisteuHP ElitePad na Dockstation sem a Smart Jacket
HP ElitePad na Dockstation sem a Smart Jacket
crédito: Renato GalisteuHugo Alves, diretor da HP, em almoço com jornalistas para apresentar o HP ElitePad
Hugo Alves, diretor da HP, em almoço com jornalistas para apresentar o HP ElitePad
A HP volta a apostar alto no mercado de tablets para consumo corporativo e lança o HP ElitePad, com sistema operacional Windows 8, desenhado para as necessidades das empresas, como a própria fabricante afirma, que ressalta ter aprendido com as últimas tentativas.
Envolto com os softwares de gestão e segurança da fabricante, o ElitePad conta com a última versão do processador Atom “Clover Trail”, da Intel, ferramentas para longevidade da bateria – com soluções para ajustes de consumo de energia – e compatibilidade com as aplicações desenvolvidas para o sistema operacional Windows, tanto na questão móvel, quanto nos antigos programas que rodam no Windows 7, além de, claro, integração com softwares corporativos, como SAP.
Obviamente, a primeira grande esperança para o ElitePad é que o tablet foi totalmente estruturado para as empresas, o que já isola o equipamento de brigas entre os consumidores finais, que ainda pensam no iPad ou em algum device da Samsung com o sistema operacional Android, como o Galaxy Note 10.1.
Aliás, não é de se espantar que o usuário final ache graça da nova aposta da HP, mas certamente a fabricante não está preocupada com isso. “A vantagem de ter um tablet robusto focado no mercado corporativo, é que a plataforma Windows é a mais usada e escolhida pelos departamentos de TI, então entregar um tablet com Windows 8 para alavancar a força de trabalho em campo, com a possibilidade de gerar conteúdo, é o nosso principal trunfo, pois a gestão é integrada entre todos os equipamentos que usam o novo sistema operacional da Microsoft”, explica Hugo Alves, diretor comercial da HP para gestão de negócios nas Américas na categoria PC.
Qual o motivo de não optar pela versão Windows RT? Simples, pois a versão Windows 8 consegue rodar aplicações antigas dos sistemas operacionais Windows 7 e XP, enquanto a versão RT apenas trabalha em cima das novas aplicações. “Para poder integrar o legado e a gestão, optamos pela versão completa do novo SO da Microsoft”, complementa Alves. Sim, a arquitetura é x86, para deixar ainda mais claro.
Esse é um argumento muito válido, pois administrar múltiplos sistemas operacionais, como iOS, Android, BlackBerry OS e Windows, gera muita dor de cabeça para os CIOs e departamentos de TI. Com uma experiência única entre máquinas e tablets, a gestão se torna mais simplificada, e isso, a meu ver, pode significar um belo impulso em smartphones que também usam a plataforma Windows, como o Lumia 920, da Nokia.
E, de fato, essa tem sido uma grande aposta da empresa fundada por Bill Gates, que espera voltar a brilhar contra os concorrentes dentro das empresas e, aos poucos, expandir suas capacidades para o consumo final, através de programas de Traga Seu Próprio Dispositivo (BYOD). “Acredito, sim, que o Windows 8 e suas múltiplas facetas podem alavancar e estruturar o uso de diversos dispositivos móveis dentro das empresas, e ir além das estruturas corporativas”, revela o diretor da HP.
Ok, contra os dispositivos da Apple e Android o trunfo é a experiência e gestão integrada para o usuário, e menor dor de cabeça para o CIO, mas e contra tablets que também rodam o Windows 8, como o Lenovo Clover Trail ou os dispositivos móveis da Dell, como o Latitute 10?
A HP se mostrou pronta para essa questão: através de uma mini dockstation, o usuário ganha uma entrada HDMI, PC – para adicionar mais uma tela – e Ethernet, além de 4 entradas USB. Com a Smart Jacket, há também a possibilidade de duas novas entradas USB e HDMI, mas o diferencial é a inserção de um slot para entrada SD. O conector da HP é de 15 pinos, criado exclusivamente para o ElitePad, mas com dockstation a entrada para carregar o dispositivo é comum aos notebooks da HP.
Os usuários podem, também, facilmente imprimir direto do próprio HP ElitePad para qualquer impressora HP habilitada com o ePrint ou para uma impressora HP em rede, sem a necessidade de fazer download de drivers.
Para também alavancar a colaboração entre os profissionais das empresas, o gerenciamento de informação é facilitado com o Evernote, que captura, salva e sincroniza informações entre dispositivos, com recurso de busca e com o software Skitch, que facilita a colaboração com colegas, marcando rapidamente imagens com legendas ou esboços.
Minha opinião: ficou muito claro que a HP aprendeu com seus últimos desastres, como o TouchPad, pois o ElitePad está pronto para trabalhar dentro das empresas, e selado contra críticas de segurança, gestão, aplicações ou qualquer que seja os pontos que levaram as apostas anteriores da companhia ai fracasso. Ressalto que o maior desses aprendizados é deixar o equipamento absolutamente focado para as corporações, pois por mais que os usuários finais cheguem ao gestor de TI cheios de “dedos”, a empresa, no fim do dia, é quem opta por quais dispositivos devem, de fato, acessar aos dados da companhia, e com o ElitePad, acredito, até mesmo o usuário final ficará contente, pois o design e as funções podem até colocar o notebook de canto.
Tive a oportunidade de manusear o ElitePad 900 durante alguns minutos em um almoço organizado pela HP, junto a outros jornalistas, e o device é realmente muito fino e leve, não devendo nada para um iPad, por exemplo, e as funcionalidades estendidas com a dockstation e a Smart Jacket realmente são muito necessárias, quando pensado no ambiente corporativo.
Mais sobre a gestão de TI
Como explica a companhia, as organizações apreciarão a proteção de nível empresarial dos dados, dispositivos e identidade do HP Client Security, incluindo HP BIOS Protection, Security Manager e HP Drive Encryption, além de outros recursos de segurança, como o Device Access Manager, Computrace e Sparekey. A implantação do dispositivo e o suporte e a manutenção contínuos são facilitados com a compatibilidade com o X86 e o suporte para soluções do HP Client Management.
Em parceira com a LANDesk, a HP está trabalhando para aumentar os níveis de segurança de seu ElitePad, para entregar o dispositivo realmente pronto para as empresas. Com o LANDesk Management Suite, por exemplo, há, também, o aumento da segurança e facilitação no gerenciamento, fornecendo ferramentas exclusivas para localizar e proteger dados em dispositivos perdidos, capturar remotamente informações do cartão SD para ativação de WWAN em massa e aplicar políticas geográficas para bloquear remotamente, apagar por completo e limpar dados de maneira seletiva.
“Já que as empresas não podem perder a onda de consumerização e precisam estruturar programas adequados para este fim, estamos mostrando como o nosso tablet se encaixa absolutamente dentro das estratégias de negócios e das questões gerenciais de TI, e esse, também, é outro grande diferencial da nossa nova proposta”, observa Alves.
Um pouco mais do ElitePad
A tela é de 10,1 polegadas (1,280 x 800 LCD), com taxa de 16:10 – mas não é full HD, o que, novamente, nos faz lembrar que é um tablet para o consumo corporativo e não para assistir filmes no Netflix, porém a câmera frontal é de 1080p, o que sinaliza a necessidade de videoconferências. A câmera traseira é de 8 megapixels, resolução comum para smartphones e tablets de hoje. Para se conectar, o ElitePad conta com opção Wi-Fi ou 3G (HSPA+), além de NFC e Bluetooth 4.0. O ElitePad 900 conta com 2 GB e memória RAM e SSD 64 Gb
O hardware pesa apenas 680 gramas, tem espessura de 9,2 mm e está pronto para fortes impactos com o Corning Gorilla Glass 2. Há também a Stylus ElitePad Hero, para fazer anotações e outras funcionalidades no device.
O ElitePad 900 conta com até 10 horas de bateria em uso, mas quando usado junto à Smart Jacket, o device ganha a força de uma bateria extra, estendendo em mais 8h o ciclo de vida do tablet. O teclado é vendido separadamente.
Disponibilidade
O HP ElitePad 900 estará disponível no Brasil a partir do inicio de 2013, tanto para compra direto com a empresa ou através de parceiros de canais. Para as pequenas e médias empresas, a HP disponibilizará o device nas HP Stores, e não conta com nenhum plano de colocar o ElitePad para vender nas prateleiras das redes varejistas.

sábado, 16 de junho de 2012

Microsoft vai lançar tablet próprio para rivalizar com iPad, da Apple





Vice-presidente da Microsoft, Steve Guggenheimer, mostra tablets com Windows 8 durante a Computex 2012, em Taipei
Foto: AP


Sites estrangeiros informam que a Microsoft está convidando a imprensa americana para "um grande anúncio" em Los Angeles, no próximo dia 18 de junho. Segundo o TheWrap, o evento será focado no lançamento de um tablet de sete polegadas criado pela própria Microsoft com chip ARM e equipado com a versão móvel do Windows 8.

Entretanto, analistas acreditam que a batalha pode caminhar em direção aos esforços de vendas da Amazon. A varejista é também a fabricante do Kindle, que roda Android, e é o mais novo produto da família de e-readers. Recentemente, a Microsoft fez um acordo com a Barnes & Noble para investir na divisão do Nook. Outros rumores apontam para um aparelho (tablet ou e-reader) em parceria com a Nokia, que abandou a plataforma própria Symbian pelo Windows Phone e está fazendo uma reestruturação."Uma pessoa com informações internas disse que a Microsoft vai apresentar um tablet feito pela própria companhia, entrando em um novo setor de hardware que colocaria a empresa em concorrência direta com a Apple", disse uma fonte. O All Things Digital reforça os rumores e diz que suas fontes confirmam a iniciativa da Microsoft de mirar seus canhões para a Apple ao projetar um pacote de hardware e software em um esforço para roubar parte das vendas do líder iPad (que já está na terceira geração).
O convite da imprensa se ​​refere apenas a um "evento exclusivo da companhia" e nada mais. O mistério é tanto que nem o local foi divulgado para os convidados até o momento. Procurada, a Microsoft não confirmou o teor do anúncio que será feito na próxima segunda-feira e disse que a versão final do Windows 8 está prevista apenas para o final do ano.

Em nossa opinião este mercado, que já foi totalmente Apple, será dividido entre a própria, a Sansung e seus tablets baseados em Android, a Microsoft e seu tablet baseado em Windows 8 e o Kindle que reforça o segmento Android. A briga é boa e quem ganha é o consumidor e reforça a tendência semelhante do mercado de Smart Phones. Em resumo, IOS, Windows 8 e Android, estes são os players. 

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Tablet do Google pode ser lançado em junho



O Tablet de 7 polegadas do Google pode chegar no início de junho, segundo informações do DigiTimes.

De acordo com a publicação chinesa, 600 mil unidades foram encomendadas para o próximo mês. A Asus deve ser a fabricante, com um modelo similar ao apresentado na última CES, o Eee Pad MeMO 370T.
Se as informações estiverem corretas, o tablet de 7 polegadas do Goole e o possível iPad Mini (com 7,85″) demonstrariam a preocupação dos principais players em frear a Amazon, que estabeleceu uma grande fatia de mercado com seu tablet compacto.
Para a Cnet, as especulações também indicam que o tablet do Google será equipado com um processador de quatro núcleos e o Ice Cream Sandwich. Nada mais óbvio, não é mesmo?

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Equipado com Android, tablet da Lenovo atrai empresas


Leves e versáteis, os tablets estão por toda a parte. Inclusive nas empresas, onde podem ser usados para uma variedade de tarefas, seja na coleta de dados nas mãos de um funcionário ou e-mail e apresentações nas mãos de um executivo. O problema é que a maioria dos tablets disponíveis atualmente é feito para o mercado doméstico, e precisa de ferramentas para segurança de dados ou gerenciamento remoto, essenciais às empresas.

É aí que entra a Lenovo, que resolveu usar sua experiência em portáteis corporativos (a aclamada linha ThinkPad) para criar um tablet Android. Batizado de “ThinkPad Tablet” (preço a partir de 1.699 reais, dependendo da configuração), o aparelho destaca-se justamente pelo “tempero extra” que o faz se sentir em casa em uma sala de reuniões. Mas será que ele faz jus ao nome que carrega?
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Lenovo ThinkPad Tablet
Design
Basta pousar os olhos sobre o ThinkPad Tablet por alguns segundos para perceber algumas coisas: a primeira é que ele é grande, maior que outros tablets da categoria apesar da tela com o mesmo tamanho, 10.1”. São 26,1 x 18,2 x 1,5 cm, o que consequentemente o torna mais pesado: são 730 gramas, contra 607 gramas do iPad 2 e 565 gramas do Galaxy Tab 10.1.
Mas isso não é de todo ruim, já que dá a ele uma construção mais sólida, algo importante para quem vai carregá-lo de um cliente para o outro o dia todo, e abre espaço para itens importantes como uma porta USB e um slot para cartões SD, só disponiveis em outros tablets com o uso de adaptadores e acessórios.
Outra coisa fácil de notar é que ele tem botões, ausentes nos outros tablets Honeycomb. Abaixo da tela há um botão para impedir a rotação da tela, um para abrir o navegador, um terceiro (o maior) para voltar (back) e por fim o botão Home.
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Botões na parte inferior. Algumas das portas também estão visíveis
A tela é coberta por um painel de Gorilla Glass, mais resistente a riscos e impactos, e a traseira tem um toque macio e levemente emborrachado, para evitar que ele escorregue das mãos. No geral podemos dizer que o design preto e quadradão se encaixa perfeitamente na família ThinkPad e é ideal para o mercado ao qual o aparelho se destina
Hardware
O ThinkPad Tablet é baseado na mesma plataforma de hardware de quase todos os outros tablets Android no mercado: processador Nvidia Tegra 2 de 1 GHz, com 1 GB de RAM. O modelo que testamos tinha 32 GB de memória interna e modem 3G integrado (também há modelos com 16 ou 64 GB e apenas Wi-Fi), portas USB, HDMI e entrada para cartões SD.
Há duas câmeras: uma frontal de 2 MP, para videoconferência, e uma traseira de 5 MP que faz fotos medianas e grava vídeos em resolução HD (720p). Durante os testes, notamos problemas como falta de nitidez em algumas imagens e cores “lavadas” no geral, a ponto de, em uma imagem, as teclas amarelas no teclado de um PC parecerem brancas.
A tela tem resolução de 1280 x 800 pixels e ótimo ângulo de visão. Mas nela está um dos diferenciais do ThinkPad Tablet: além de toques com os dedos, ela também pode ser usada com uma caneta, inclusa com o aparelho.
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A caneta do ThinkPad Tablet: útil para reconhecimento de escrita
Não se assuste: isso não quer dizer que o ThinkPad Tablet tenha uma daquelas terríveis telas resistivas dos tablets baratinhos à venda por aí. A tela é capacitiva e multitoque, e responde tão bem quanto a de outros bons tablets. Mas graças à tecnologia DuoSense, da N-trig, responde também a uma caneta especial.
A idéia é que os dedos são ideais para manipular a interface, selecionar ícones e disparar aves enfurecidas, mas a caneta é muito mais adequada, até mesmo necessária, para usos como o reconhecimento de escrita, essencial no mundo corporativo. Ela tem cerca de 12 cm de comprimento, corpo metálico e pesa cerca de 20 gramas. Não exige bateria para funcionar, e quando não está em uso pode ser armazenada em um compartimento na traseira do tablet.
Software
O ThinkPad Tablet roda o Android 3.1 (“Honeycomb”), com poucas modificações na interface. A Lenovo preferiu focar no software pré-instalado, selecionando apps relevantes para o mercado corporativo.
Há, por exemplo, soluções de segurança como o Computrace, da Absolute Software, que permite localizar e desabilitar um ThinkPad Tablet que tenha sido perdido ou roubado, e o McAffee Security, que promete manter a máquina livre de malware. O aplicativo de e-mail tem suporte a servidores Microsoft Exchange.
Também há o PrinterShare, para impressão de documentos em impressoras compartilhadas numa rede, o Citrix Receiver para acesso remoto a desktops Windows e utilitários como o Kindle (para leitura de eBooks) e eBuddy (para troca de mensagens), entre outros. E como ninguém é de ferro, também há alguns jogos como um pacote de jogos de cartas (Euchre, Copas, Paciência, Spades, Backgammon) e, claro, Angry Birds.
Só nos incomodamos com a solução “Office”. A Lenovo inclui com a máquina o Documents to Go, que é capaz de ler, mas não permite editar ou criar documentos do Microsoft Office, algo muito comum no mercado corporativo. Seria melhor se em seu lugar houvesse um pacote mais completo, como o Polaris Office, que lê, cria e edita arquivos do Microsoft Office e ainda se integra ao Google Docs.
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Amostra da câmera. Acredite: as teclas U, J, K, N e O são amarelas. Clique para ampliar
Não podemos deixar de mencionar o Notes Mobile, um bloco de notas digital. Você pode criar “cadernos” separados por assunto e usar a caneta para fazer suas anotações. O sistema de reconhecimento de escrita reconhece textos em inglês  português, entre outros idiomas.

A Lenovo também inclui com o aparelho sua loja própria de aplicativos, a App Shop. O catálogo tem tanto títulos pagos quanto gratuitos, com preços em dólares. O catálogo é eclético, e vai de aplicativos pra negócios a jogos e papéis de parede animados. A Lenovo não informa quantos títulos estão disponíveis. O Android Market também está instalado.
Desempenho e Bateria
Nos benchmarks sintéticos o ThinkPad Tablet ficou ligeiramente à frente dos outros tablets Honeycomb que já testamos, mas não se animem: a diferença é de menos de 10%, cerca de 300 pontos, com um total de 4920.
Não tivemos problemas ao rodar vídeos e jogos, fazer anotações ou visualizar documentos, mas notamos em alguns momentos uma resposta lenta da interface: ela às vezes demora a reagir ao toque nos ícones ou botões, como se estivesse parando para pensar no que fazer. 
Estas engasgadas são algo que já vimos em outros tablets Honeycomb, e um tanto desconcertantes: não é algo que não se espera de um aparelho com um processador dual-core, ainda mais frente à lendária “fluidez” de concorrentes como o iPad.
Nosso teste padrão de autonomia de bateria em tablets envolve a reprodução de vídeo com brilho da tela em 50%, enquanto conectado a uma rede Wi-Fi, com GPS ligado e Bluetooth desativado. Sob estas condições, calculamos a autonomia em cerca de 6 horas e 40 minutos.
Sabemos que reprodução contínua de vídeo não é um caso de “uso típico” de um tablet corporativo, mas o teste nos permite comparar a autonomia à de outros aparelhos e chegar à conclusão de que ela deixa a desejar, especialmente em relação a concorrentes com o mesmo hardware como o Motorola Xoom (8 horas e 46 minutos), Eee Pad Transformer (9 horas) e Samsung Galaxy Tab (11 horas).
Acessórios
A Lenovo também está trazendo ao Brasil vários acessórios para seu tablet. Entre eles uma pasta com teclado e trackpoint integrado (R$ 199), canetas extras (R$ 95,00) e estojos de proteção, estofados eu courino ou rígidos, custando a partir de R$ 95. Também há carregadores de parede (idêntico ao incluso na embalagem) por R$ 56 e carregador veicular por R$ 50.
Veredito
O ThinkPad Tablet pode parecer um “bicho estranho” se comparado aos finos e leves tablets domésticos (como o iPad) que dominam o mercado, mas sob o ponto de vista corporativo há um bom motivo por trás de cada uma das decisões tomadas pela Lenovo.
Sim, ele é “pesado”, mas isso é devido à construção sólida. Ele é grosso, mas isso dá espaço para uma porta USB de tamanho normal e leitor de cartões SD, itens úteis no dia-a-dia e só disponíveis em outros aparelhos com o uso de acessórios. Ele tem uma caneta, mas é complemento (e não um substituto) para a excelente tela de toque, e boa forma de assinar documentos ou tomar notas rápidas. E o visual é sóbrio, mas deixa o aparelho “à vontade” em meio a ThinkPads, ThinkCentres e outras máquinas encontradas em empresas.
Além disso, a Lenovo caprichou na seleção de software, que com exceção do pacote Office traz várias ferramentas essenciais ao dia a dia no mundo corporativo. Se você está pensando em adotar os tablets em sua empresa, deve dar uma olhada no Lenovo ThinkPad Tablet.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Itautec lança tablet para mercado corporativo


A Itautec anunciou uma linha de tablets voltada para o mercado corporativo. O produto foi lançado na manhã desta quarta-feira (16/11) pelo presidente e CEO da companhia, Mário Anseloni, e se destaca por vir acompanhado de um pacote de software para atender inicialmente a quatro verticais: saúde, educação, finanças e força de vendas.


Batizado de TabWay, a linha de tablets da Itautec é baseada em sistema operacional Android e será oferecida em duas versões com telas sensível ao toque de 10.1 polegadas. A mais básica, com Wi-Fi, sairá por 1,1 mil reais e a com 3G custará 1,6 mil reais. Os tablets estão sendo fabricados na planta da indústria em Jundiaí (SP) com incentivos fiscais da medida do governo federal, que reduz em até 30% o preço dessa categoria de dispositivos montados no País.

“Nossos tablets serão entregues com aplicativos integrados desenvolvidos pelos nossos parceiros”, informa Anseloni, que aposta na nova linha para posicionar a Itautec no mercado de dispositivos móveis, que segundo ele, está com demanda crescente no Brasil. Ele dá exemplos dos notebooks, cujas vendas na companhia aumentaram 11% no último trimestre. Entretanto, o executivo afirma que a concorrência está muito acirrada e que as margens estão apertadas, obrigando a fabricante a buscar formas de se tornar mais competitiva nessa área.

Foi com esse objetivo que a Itautec decidiu direcionar sua linha de tablets primeiramente para empresas. “Todos estão brigando pelo consumidor final e nós vamos focar o mercado corporativo, que é o que está mais carente nesse momento”, explica José Roberto Ferraz de Campos, vice-presidente da unidade de Computação da Itautec.

A estratégia da Itautec é vender os tablets como uma solução de mobilidade, que integra hardware e software específicos para cada um dos quatros segmentos escolhidos. Campos menciona que o pacote destinado ao setor financeiro, que aproveita toda a experiência da empresa nessa área, poderá ser usado para atender a clientes nas agências quando eles estiverem na fila. Os bancos poderão prestar informações sobre seguro ou qualquer outro produto financeiro em qualquer lugar.

Já a solução voltada para o setor de saúde, traz aplicativos para gerenciamento integrado do Prontuário Eletrônico do Paciente. Pelos tablets, os médicos poderão registrar todas as intervenções do paciente, desde o atendimento ambulatorial, passando por procedimentos de internação, assistência social, nutrição e fisioterapia, além de controles de medicamentos.

“Estávamos há seis meses trabalhando nessa solução e esperamos o momento certo para o lançamento”, diz Campos, que acredita que os aplicativos são fundamentais para o sucesso dos tablets. Ele não descarta a possibilidade de a Itautec ter uma versão do dispositivo voltada para o consumidor final. Porém, afirma que isso só ocorrerá quando a empresa tiver um pacote de software adequado para esses usuários.

A Itautec não revelou projeções de vendas dos tablets TabWay, que serão comercializados diretamente juntamente com os parceiros de software. Executivos da companhia informam apenas que a fabricante tem capacidade produtiva de 10 mil tablets por mês. 

A empresa poderá fazer alianças com operadoras de celular. “Não fechamos ainda nenhum acordo, mas temos planos de fazer pacotes com elas para o mercado corporativo”, afirma Campos.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

HP anuncia tablet


 



Comprada no ano passado por US$ 1,2 bilhão; a Palm - além do competente sistema operacional mobile webOS - finalmente está trazendo algo de novo para a Hewlett-Packard (HP). De acordo com informações da agência de notícias Reuters, a empresa, que hoje é uma divisão da fabricante de PCs, está desenvolvendo um tablet que deverá ser apresentado ao público nesta semana.

Mais precisamente, nesta quarta-feira (9), quando a HP realiza um evento para apresentar algumas novidades, entre elas a nova versão do webOS, uma das principais apostas da companhia para seus próximos lançamentos móveis.

De acordo com a Reuters, analistas de mercado têm dúvidas quanto a performance da companhia no mercado de tablets, mesmo com a boa receptividade dos especialistas e do público às funcionalidades do webOS. Para eles, a HP chega atrasada a um mercado amplamente dominado pela Apple e seu iPad, além de diversos dispositivos rodando o sistema operacional Android, do Google, que acaba de lançar uma versão exclusiva do OS, desenhada especialmente para tablets.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Tablet: Motorola prepara o lançamento de um com TV a cabo

 A Motorola está desenvolvendo um computador portátil que funcionará como aparelho de televisão. Com tela de 10 polegadas, o tablet rodará o sistema Android, do Google, e trará algumas funções ausentes no iPad, da Apple, principal produto no mercado atualmente. Além de suporte ao Adobe Flash, ele será mais leve e fino que o iPad e terá duas câmeras, uma para fotos e outra para vídeo-conferências. O lançamento é aguardado para outubro nos EUA.
A programação de TV ficará a cargo do serviço digital FiOS, da Verizon. A Motorola já fabrica set-top boxes para o FiOS. Segundo o Financial Times , essa integração com a televisão pode ser "uma vantagem competitiva contra desenvolvedores rivais".
O mercado dos tablets ressurgiu com o lançamento do iPad, em abril deste ano. O aparelho já vendeu mais de três milhões de unidades, deixando a Apple com dificuldades para responder à forte demanda, mas por outro lado alavancando a empresa do sétimo para o terceiro lugar no mercado mundial de computadores portáteis. Desde então, as principais fabricantes de hardware do mundo já anunciaram o desenvolvimento de seus próprios tablets, entre elas a Cisco, Hewlett-Packard, Dell e agora a Motorola.
O Financial Times afirma que a parceria com a Verizon - dona de 29% do mercado de TV a cabo nos EUA - terá papel chave no projeto, por não prejudicar o lucrativo negócio de TV paga no país. A Apple não teria conseguido um serviço de TV para o iPad por ter oferecido preços que não agradaram ao mercado.