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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O preço da informática: o computador já custou mais que um carro



Os preços baixam e a tecnologia aumenta
Quando chegamos a algum mercado ou loja especializada em computadores e nos deparamos com valores inferiores aos R$ 2 mil, fica difícil acreditar que cerca de 15 anos antes era impossível comprar uma máquina com configurações aceitáveis por menos do dobro deste valor.
Para sermos mais exatos, os R$ 4 mil de 1996 equivalem a R$ 12.691 de hoje, conforme atualização monetária com base na taxa inflacionária (índice INPC). Ou seja, a redução no valor não foi de apenas 50%, mas de 85%. Mas por que será que os computadores custavam tanto se não possuíam a mesma potência de hoje?

A onda dos valores

A tecnologia trabalha em ciclos muito bem definidos. Aparelhos que custam muito têm seus valores reduzidos gradativamente até que cheguem aos preços mais populares, então surgem novas tecnologias, fazendo com que a curva dos preços volte a subir e o ciclo se repita. Isso pode ser percebido com televisores e suas diferentes tecnologias: CRT, LCD, Plasma, LED e os novos modelos 3D que ainda estão com preços altíssimos.
A tendência é a queda dos valores
Em se tratando de informática, não é diferente. Os componentes de hardware sempre são lançados com valores altos que, com o passar do tempo, são reduzidos. Um dos fatores que mais contribui para a redução nos preços é a evolução tecnológica, pois quando são lançados novos produtos, é necessário reduzir os valores dos mais antigos para que eles não fiquem presos nas fábricas.
Fazendo uma análise bastante rústica, pode-se pensar da seguinte forma: o que aconteceria com os novos eletrônicos, se os antigos não tivessem seus preços reduzidos? Seria necessário vender cada geração com preços mais elevados, resultando em valores astronômicos para peças simples dos computadores.
Para entender melhor como funciona o esquema de ciclo de vida dos computadores e outros eletrônicos, confira este artigo completo que o Baixaki preparou no final de 2010.

Os primeiros computadores pessoais

Até o começo da década de 1970, os computadores eram limitados aos bancos e outras empresas que podiam gastar milhões de dólares para acelerar o processo de cálculo de algumas tarefas. Estas máquinas eram conhecidas como mainframes e não faziam muito mais do que calculadoras poderiam fazer (logicamente, com um fluxo muito mais elevado).
Mainframe IBM 704
A história continuou sendo escrita da mesma forma até meados de 1971, quando o computador Kenbak-1 foi lançado. Segundo o Computer History Museum, apenas 40 exemplares do computador foram produzidos pela Kenbak Corporation.
Os computadores Kenbak-1 possuíam 256 bytes de memória RAM, não apresentando processador. No lugar dele, a máquina trabalhava com ciclos de instrução de máquina de um microssegundo, o que seria equivalente a um processador de 1 MHz. Ele chegou às lojas por 750 dólares, valor que hoje seria equivalente a 4.098 dólares americanos.

Apple e a popularização dos computadores

Ainda na década de 1970, Steve Jobs e Steve Wozniak fundaram a Apple e lançaram o Apple I, que em 76 seria responsável pela entrada da empresa no mercado de tecnologia mundial. O computador chegou às lojas custando 666 dólares (equivalente a 2.590 dólares atuais), o que gerou muitos comentários negativos por parte de religiosos norte-americanos.
Para resolver este impasse, Steve Jobs deu declarações de que aumentaria o preço dos computadores para 777 dólares, assim as acusações cessariam. O Apple I foi o primeiro aparelho a ser lançado completamente montado, sendo que só era necessário acrescentar um teclado e um monitor para que ele pudesse ser utilizado.
Conheça o Apple II
Fonte da imagem: Bilby
No ano seguinte surgiu o Apple II, já com processador com clock de 1 MHz e 4 KB de memória RAM. O sucesso de vendas impulsionou outras empresas a criarem computadores pessoais, o que foi de extrema importância para a popularização desses aparelhos. Foi nessa época que as máquinas passaram a desempenhar funções mais complexas, como a geração de gráficos coloridos.
Desde o lançamento do primeiro Apple até a última geração dos iMacs, 35 anos se passaram e muito da computação evoluiu. De volta às análises financeiras: a máquina com processador de 1 MHz custava 666 dólares sem monitor, hoje um iMac com monitor integrado pode ser encontrado por cerca de 1.199 dólares.
Corrigindo os valores com base na inflação norte-americana, os 666 dólares se transformam em 2.590 dólares. Ou seja, um computador atual, com processador de 3 GHz e 4 GB de memória custa menos da metade do que custaria um Apple I.
Novos iMacs com configurações arrasadoras
Fonte da imagem: divulgação/Apple
Para que fosse possível se obter a potência de processamento de um computador iMac, seria necessário somar o poder de 3 mil computadores trabalhando simultaneamente para uma única tarefa. Logicamente isso não seria viável, mas vale lembrar que estamos utilizando estes números em caráter ilustrativo.

1 MB de RAM já custou o mesmo que um notebook

Há 25 anos, possuir 1 MB de memória RAM instalado no computador era mais do que suficiente para qualquer um. Mas não era qualquer usuário que poderia comprar “tanta” memória, visto que cada pente de 512 KB não saía por menos de 400 dólares. Um megabyte chegou a custar 859 dólares em 1985 (valor corrigido: 1.766 dólares).
Hoje, 1 MB de memória custa 1 centavo de dólar e não serve para quase nada. Um pente de memória de 1 GB pode ser encontrado por cerca de 13 dólares. Portanto, montar um computador com 4 GB de memória (média para computadores pessoais) custa menos de 100 dólares, cerca de 10% do que seria gasto com 1 MB há 25 anos.
O que você faria com 1 MB?
Como acontece com qualquer produto, o ciclo de vida das memórias RAM é encerrado com o lançamento de memórias mais potentes. Hoje, os pentes que custam mais são os de memória Flash, que devem ter os preços reduzidos de acordo com o tempo. É provável que em 20 anos, outros tipos de memória sejam lançados e os atuais padrões fiquem na história, assim como aconteceu com pentes DIMM.

Processadores já trabalharam com megahertz

Quando os processadores Intel80386 (os populares 386) chegaram ao mercado em 1985, eles possuíam 275 mil transistores ocupando cerca de 1,5 micrômetros. Custando 299 dólares (valor corrigido: 614 dólares), continuaram a ser vendidos até 1994, ano em que a nova arquitetura Pentium chegou aos computadores pessoais.
Hoje, o processador Intel Core i3 (versão mais modesta da nova família de processadores da Intel) oferece aos seus usuários 382 milhões de transistores em uma arquitetura de apenas 32 nanômetros. Enquanto o 386 oferecia clocks de 10 a 40 MHz, os atuais i3 podem chegar a 3 GHz, até 250 vezes mais rápidos.
Intel 386 já foi poderoso
Fonte da imagem: CPU Grave Yard
Podendo ser encontrados por valores que permeiam os 315 dólares, seria possível dizer que os processadores tiveram todo esse aumento de potência sendo acrescidos apenas 15 dólares em seu preço. Isso já seria bom, mas se levarmos em conta os valores corrigidos do dólar, podemos afirmar que o valor do processador foi reduzido em 300 dólares.

Armazenar é preciso

HDs possuem em média, 500 GB
Não adianta ter computadores se não existir um disco rígido para armazenar os dados. Nas máquinas atuais não é possível imaginar menos de 300 GB, sendo que a média dos HDs é de 500 GB. Imaginando que um disco com essa capacidade custa cerca de 35 dólares, cada gigabyte sai por volta de 7 centavos de dólar.
Em 1980, o valor pelo mesmo gigabyte era de 193 mil dólares. Considerando o disco rígido da Morrow Designs de 26 MB, que custava cerca de 5 mil dólares, seriam necessários 38 deles para que 1 GB de arquivos pudesse ser armazenado por completo.
Já imaginou o quanto você gastaria para que fosse possível instalar todos os seus programas favoritos ou baixar todas as músicas que possui no seu HD atual? O valor fica ainda mais absurdo se atualizarmos os valores de 1980 para a cotação atual do dólar: neste caso, 1 GB de HD custaria 518 mil dólares.

Um carro ou um computador?

Há alguns anos esta pergunta era feita para pessoas que tinham algum dinheiro guardado, pois dificilmente elas poderiam comprar os dois ao mesmo tempo. Exatamente, cerca de 40 anos atrás não existiam computadores populares e todos eles custavam mais do qualquer um imagina pagar em máquinas tão simples.
Em 1970, um carro popular podia ser comprado por cerca de 3 mil dólares (17 mil dólares atuais). Com a mesma quantia, seria possível comprar um computador e meio, com as configurações mais básicas da época. Atualmente, computadores com configurações consideradas aceitáveis custam menos de 1 mil dólares, enquanto carros populares custam os mesmos 17 mil.
Carros ou computadores?
Comparando em números mais brutos, pode-se dizer que, enquanto 40 anos atrás era possível trocar um carro por um computador e meio (ou um computador mais potente), hoje com o preço de um carro popular é possível adquirir 15 computadores capazes de rodar os principais aplicativos do mercado.
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Você já havia imaginado que os computadores podiam chegar a custar tanto quanto um carro? Deixe um comentário para contar ao Baixaki se você pagaria por um computador com os preços que eram cobrados na década de 1980.
Infográfico por Tim Trauer

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Como criar rapidamente uma cloud privada ou híbrida




O hype em torno da computação em nuvem é difícil de ignorar e como os fornecedores estão, cada vez mais, inserindo a palavra "nuvem" antes de todos os produtos oferecidos, as empresas estão descobrindo que é difícil filtrar o barulho e realmente encontrar quais os produtos que funcionam melhor no data center.

Embora a capacidade de utilizar a nuvem pública seja atraente, por reduzir a necessidade de gestão de infraestrutura, CIOs e gerentes de data center hesitam em migrar dados importantes e aplicativos para esse modelo. Com esse ponto de vista cauteloso, as companhias estão se voltando para soluções de cloud privada e/ou híbridas, que viabilizam os benefícios de uma nuvem pública, mas mantendo a infraestrutura sob controle próprio.

A popularidade do modelo fez sua adoção crescer no ano passado, à medida que as empresas buscaram uma maneira mais simples e rápida de infraestrutura de nuvem. Uma nuvem turnkey, ou seja, simples e pronta para o uso, promete alguns benefícios atraentes como simplicidade, rápido roll-out e redução de custos. Ainda assim, muitas organizações têm dúvidas sobre como integrá-la com a rede existente e a infraestrutura de armazenamento.

Para ajudar as organizações a avaliar, abaixo veja três elementos essenciais para constituir qualquer nuvem turnkey privada e/ou híbrida:

1. Recursos de automação inteligentes e confiáveis
Uma nuvem turnkey deve ser capaz de realizar configurações automaticamente quando necessário. Além disso, deve ser capaz de combinar todos os dispositivos conhecidos, descobrir novos dispositivos e compilá-los em um pool de recursos. Com a introdução da computação em nuvem híbrida, a importância para a automação inteligente aumenta significativamente. As empresas precisam ser capazes de acessar de maneira confiável e segura uma nuvem pública quando os recursos não estão disponíveis na cloud privada.

Um dos elementos mais importantes para assegurar a seleção da solução de turnkey correta é escolher uma tecnologia que não só conta com recursos virtualizados, mas também com recursos físicos e cloud pública. Hoje, quando organizações pensam em soluções de cloud computing parecem voltar às atenções para plataformas que lidam com a virtualização.

No entanto, essa é apenas uma solução parcial para empresas que têm, em média, 50% das aplicações virtualizadas. A capacidade de fornecer hardware virtualizado que inclui computação, rede e armazenamento, é crucial em uma solução turnkey. Esse sistema é fundamental para controlar a dispersão de recursos e maximizar a utilização.

2. Adaptadores para a infraestrutura existente
Integração de uma ferramenta de gerenciamento de cloud em infraestrutura existente é vital. CIOs e gerentes de data centers tentar tirar o máximo proveito da infraestrutura existente. Hoje, a maioria dos ambientes de TI é heterogênea com equipamentos de múltiplos sistemas, rede e fornecedores de armazenamento. Por isso, quando as empresas adotam uma solução de cloud privada, devem ser capazes de trabalhar nesse ambiente.

Se recursos adicionais precisam ser adotados, a TI não pode hesitar. Uma solução turnkey que não é capaz de fornecer grande variedade de dispositivos pode causar dor de cabeça para a TI.

Existem milhares de dispositivos de hardware de vários fornecedores de virtualização que contam com um adaptador para cada um dos recursos. Esse cenário é desafiador e empresas devem procurar ferramentas que têm adaptadores pré-construídos para a maioria dos hardware físicos e virtuais. Dell, IBM, HP, NetApp, EMC, Cisco, Juniper, VMware, Citrix, Microsoft e Red Hat são exemplos.

Criar uma nuvem privada em um hardware existente não só possibilita economia de tempo, mas também gera redução de Capex, já que será possível reutilizar recursos existentes e evitar a aquisição de novos equipamentos. 

3. Modelos predefinidos para calcular computação usada, configurações de rede e de armazenamento

Modelos predefinidos de uma solução em nuvem pode ser uma mão na roda. O maior investimento para a construção de uma nuvem privada está relacionado à concepção e à elaboração dos modelos para as topologias que serão utilizadas. 

Quando uma solução de nuvem turnkey oferece uma biblioteca pré-construída de modelos usados, as empresas podem acelerar significativamente o tempo que leva para operacionalizar uma nuvem privada. Esses modelos predefinidos podem entregar de 50% a 90% do projeto de ambiente privado e tudo o que a companhia precisa fazer são personalizações de TI para alinhar o modelo ao seu ambiente. 

O objetivo de uma solução turnkey é ser capaz, de forma rápida e confiável, converter um ambiente estático existente em um de autoatendimento. E para que esse ambiente seja bem-sucedido, a solução turnkey deve conter os três elementos discutidos. Esses recursos serão fundamentais para empresas que buscam implementar uma nuvem privada ou híbrida.

    sábado, 17 de setembro de 2011

    Cloud: 49% das empresas no Brasil usam ou estudam adotar modelo


    Pesquisa realizada pela MBI, e encomendada pela Dualtec – Cloud Solutions, revela que 49% das empresas já usam serviços de nuvem ou estão avaliando adotá-los. Concluída em setembro, a pesquisa entrevistou 153 empresas de pequeno, médio e grande portes.
    Segundo o estudo, 20,9% das empresas declararam usar os serviços de cloud computing, dos quais 6,5% estão testando nuvens privadas. Já 28,1% dos entrevistados informaram que estudam adotar a tecnologia. Segundo a pesquisa 1,3% disse que já ter fornecedor de computação em nuvem que não atendeu às suas expectativas.
    Para 17% dos pesquisados, a cloud computing é “muito mais segura” ou pelo menos “um pouco mais segura” do que a TI processada internamente. Mas, para 40,5% a segurança é maior se for uma nuvem privada.
    Entre os aplicativos que estão em fase de migração para a nuvem, a liderança é do ERP (17,9% em servidores externos compartilhados em um provedor e 9,9% em servidores dedicados em um data center), seguido por recursos humanos (servidores externos com 17% e dedicados a um data center 10,1%) e CRM (da mesma forma, 15,6% e 9,4%).
    A pesquisa avaliou ainda o conhecimento dos entrevistados quanto às camadas da computação em nuvem, software como serviço (SaaS), infraestrutura como serviço (IaaS) e plataforma como serviço (PaaS), destacando-se a maior familiaridade com o primeiro (40,2%).  IaaS e PaaS tiveram índices de familiaridade de 34,6% e 26,9%.   
    Pela mostra, a conexão com a Internet é liderada pela fibra óptica nas empresas, com fatia de 41,8%, seguida por conexão dedicada/linha privada (14,4%) e ADSL (13,7%), entre outras tecnologias. 

      Great digital expectations



      The offline experience












      TO SEE how profoundly the book business is changing, watch the shelves. Next month IKEA will introduce a new, deeper version of its ubiquitous “BILLY” bookcase. The flat-pack furniture giant is already promoting glass doors for its bookshelves. The firm reckons customers will increasingly use them for ornaments, tchotchkes and the odd coffee-table tome—anything, that is, except books that are actually read.
      In the first five months of this year sales of consumer e-books in America overtook those from adult hardback books. Just a year earlier hardbacks had been worth more than three times as much as e-books, according to the Association of American Publishers. Amazon now sells more copies of e-books than paper books. The drift to digits will speed up as bookshops close. Borders, once a retail behemoth, is liquidating all of its American stores.

      In some ways the transition from paper to digital distribution is a boon. E-books currently have high profit margins, and are free from many of the drawbacks of print. Peter Osnos, the founder of PublicAffairs Books, says the biggest challenge small publishers face is managing their inventories. Print too many books, and lots of them will be returned by stores. Print too few and publishers will forgo sales while they order reprints (at higher prices). None of these problems exists when distributing books digitally.

      Having started rather late, books are swiftly following music and newspapers into the digital world. Publishers believe their journey will be different, and that they will not suffer the fate of those industries by going into slow decline. Publishers’ experience will, indeed, be different—but not necessarily better.
      Bodice ripping
      Romance novels and crime blockbusters have proved particularly popular on e-readers, perhaps because it is difficult to tell from across the aisle of a bus whether someone is reading a bodice-ripper or Dostoevsky on their Kindle. Donna Hayes, chief executive of Harlequin (which owns Mills & Boon), says digitisation has given new life to old books. Serialised romance novels generally have a shelf life of just four weeks. Now many are easily available: Harlequin has digitised more than 13,000 of its books. The firm has begun to publish some romances as e-books only, gauging customers’ appetite for them before taking some into print.
      Yet these advantages are outweighed by several looming hazards. The first is piracy. Digital-book files are tiny—much smaller than a film, and not even as big as a music album. Book readers may be an unusually honest lot, but they are not above getting stuff for nothing. E-books routinely pop up on file-sharing websites like the Pirate Bay, both in their own right and as part of vast anthologies with names like “2,500 Retail Quality E-books”. The example of countries such as Spain suggests that media piracy can become entrenched even among the middle-aged. In Russia, e-book piracy is already rampant.
      Piracy is a particular threat because of a second, bigger problem: the apparently arbitrary nature of e-book pricing. When Amazon began selling e-books, it charged $9.99 for many of them, often selling at a loss to fire Kindle sales. Gradually it became clear that Amazon was undermining the perceived value of all books, digital and paper alike. So, last year, the biggest publishers used the release of Apple’s iPad to push Amazon into “agency” pricing. Publishers now set their own prices and give about 30% of the sale to Amazon.
      The offline experience
      That has meant higher prices for many new e-books. As some prices rise, though, a tide of free and cheap product is flooding the market. Self-published novelists, keen for attention and without agents or publishers to share the proceeds with, often sell their works extremely cheaply. Meanwhile publishers have moved to offer introductory discounts on some books. As a result, Amazon’s list of 100 best-selling books has become a pricing free-for-all. This week 21 books were selling for just 99 cents. Others were priced at $4.98, $7.59 and $8.82. The most expensive single book, at $16.99, was Dick Cheney’s memoir. There is none of the clarity of iTunes in its early years, when the price of music tracks was fixed at 99 cents.
      Publishers point out that books have always sold for a wide variety of different prices. Hardback books cost more than high-quality paperbacks, which cost more than small, mass-market paperbacks—and everything is more expensive than a dog-eared library book. But those books are physically different from each other. E-books all look the same. And the popularity of those 99-cent thrillers suggests readers are more price-sensitive, and less quality-sensitive, than publishers care to admit.
      Another problem is Amazon’s market dominance. The firm accounts for less than a quarter of physical book sales (see box). But Amazon sells 60-70% of e-books in America and perhaps 90% in Britain, according to estimates by Enders Analysis, a British outfit. In America, Barnes & Noble’s Nook is the main competitor. Surprisingly, given the success of the iPad, Apple’s iBookstore has lagged. James McQuivey of Forrester Research found in a survey that only half of iPad owners read e-books—and two-thirds of them own or plan to buy an e-reader especially for the purpose. Amazon appears set to launch a tablet computer to take on the iPad. And Amazon is becoming a publisher in its own right. It has a romance imprint, and has signed big writers like Timothy Ferriss, author of “The 4-Hour Workweek”. This tightens its grip over the e-book market.
      A book in the window
      Perhaps the biggest problem, though, is the gradual disappearance of the shop window. Brian Murray, chief executive of HarperCollins, points out that a film may be released with more than $100m of marketing behind it. Music singles often receive radio promotion. Publishers, on the other hand, rely heavily on bookstores to bring new releases to customers’ attention and to steer them to books that they might not have considered buying. As stores close, the industry loses much more than a retail outlet. Publishers are increasingly trying to push books through online social networks. But Mr Murray says he hasn’t seen anything that replicates the experience of browsing a bookstore.
      Efforts are under way. This week a British outfit called aNobii released a trial version of a website that it hopes will become a Wikipedia-style community of book lovers, with an option to buy. The idea has potential. Amazon’s recommendation engine, although helpful, is rather impersonal—perhaps the retailer’s second-biggest weakness, after the resentment publishers feel for it.
      The book business has long been suffused with gloom; Mr Osnos says that booksellers have faced five or six supposedly fatal challenges during his career. But this time the challenges are really daunting. Publishers have to confront many of the problems that have afflicted other media industries that have gone digital, as well as a few entirely new ones. The next few years will be a thriller.

      quarta-feira, 7 de setembro de 2011

      Gastos com TI continuam em alta, diz estudo


      O mercado de TI registrou incremento de 6% no mundo no segundo trimestre, e não queda de 3% que muitos pesquisadores esperavam. Esses são alguns dos resultados do estudo conduzido pela consultoria Maven Wave Partners. O levantamento identificou ainda aumento de 9,1% nos gastos com a força de trabalho de TI.


      Os resultados foram baseados em um novo indicador de gastos corporativos em tecnologia da informação (TI), lançado na semana passada do Bureau of Economic Analysis. 

      A Maven, assim como outras instituições de pesquisa, esperavam tímido crescimento, em torno de 3%, já que no primeiro trimestre empresas investiram 14% a mais em TI, comparando-se com igual período do ano anterior. Esse número levou a consultoria a acreditar que as companhias cortariam as aquisições para absorver o investimento nos primeiros meses de 2011.

      Vendas de hardware 
      De acordo com a consultoria, resultado inesperado veio ainda das vendas de hardware. A comercialização de produtos desse mercado foi acima do esperado no período do estudo, totalizando 5,3%. As vendas de softwaretambém ficaram aquém das projeções e obteve incremento de 4,9% em comparação com igual período do ano anterior.

      Toque nos freios
      Olhando para o futuro, os dados sugerem que os fornecedores de hardware e de software devem registrar aumento nas atividades, já que as organizações começam a investir em produtividade e buscam benefícios por meio da TI.

      “Está claro que, embora nossas estimativas sejam conservadoras, e apesar de um toque leve nos freios no primeiro trimestre com relação aos gastos com software, o investimento global com TI permaneceu em forte ritmo", aponta o estudo.