Pelo menos da forma e importância que as conhecemos hoje!.
Enquanto morrem funções, outras nascem, numa clara demonstração de estímulo para novas tarefas. Ao longo dos últimos 10 anos, diversas profissões surgiram para atender às demandas geradas pela Internet.
A de Webdesign é uma delas. Mas com a evolução tecnológica, a procura por esses profissionais pode até diminuir. A explicação é a seguinte: hoje na web 2.0 há centenas de ferramentas amigáveis para construir sites e páginas. Vive-se então, um paradoxo: "cada vez mais se precisa menos de webdesign" para estar presente na Internet.
"As novas funções estão exigindo muito mais cérebro e criatividade das pessoas", explica Edson Carli, consultor em Gestão de Talentos e brogueiro do IT Web. Segundo ele, não é que o webdesign vá desaparecer. Ele deverá ser útil em projetos mais elaborados, nos quais usará mais a cabeça do que os braços.
As profissões realmente estão mudando. Estamos em uma nova era onde "podemos construir a carreira que se quiser". Vive-se uma saudável volta aos projetos de garagem (que deram origem a Microsoft, a Oracle, a HP ficando só com os mais conhecidos). Alguém trabalhando em um Home Office em qualquer lugar do mundo pode ganhar um bom dinheiro desenvolvendo aplicativos para celulares, ipad, ou ringtones. Grandes corporações de software já descobriram isso e estão colocando seus desenvolvedores para trabalhar em casa, protegidos do stress do trânsito, da perda de tempo no deslocamento.
Alguém já falou que a própria profissão de jornalista está acabando. Trata-se de uma inverdade. Sim, o chamado "colhedor" de notícias está com os dias contados. O Google faz isso automaticamente. Qualquer pessoa pode fazer isso hoje. A pessoa que quiser continuar na profissão terá que fazer mais do que isso. O verdadeiro jornalista terá de comentar e analisar as notícias.
As novas funções e profissões que estão surgindo tem algo em comum entre si: exigem mais tutano e menos suor.
Você já ouviu falar em "Analista de Buzz"? Pois bem, trata-se de uma pessoa que coleta as informações do boca a boca das redes sociais, consolidando as informações e processando-as de acordo com a visão da Empresa cliente.
E "Analista de relacionamento"? Cuidado, se você pensou em alguém capaz de analisar o resultado do "vamos discutir a relação" errou. Estamos falando de uma pessoa que faz a gestão de relacionamento em nome de uma determinada companhia dentro de uma mídia social.
O Mercado de trabalho está ficando cada vez mais complexo, tanto para quem está entrando, como para quem está dentro. Uma pesquisa feita na Califórnia com 16.507 pessoas de várias faixas etárias (baby boomers, geração X, geração Y), mostra que muita coisa mudou.
A começar pelos valores. A importância do lazer cresceu de uma geração para outra, enquanto caiu a importância do trabalho centralizado. Valores como status e dinheiro, subiram de prioridade na geração X, mas são ainda maiores entre os jovens da geração Y.
Por incrível que possa parecer, ao contrário do que sugerem as comunidades virtuais, os valores sociais (como a capacidade fazer amigos) e valores intrínsecos (um emprego interessante orientado para resultados) tiveram uma colocação menor entre os entrevistados da Geração Y.
Nossa Opinião
Entender tudo isso é muito importante, pois logo, você estará discutindo um projeto, negociando, comprando ou vendendo para uma pessoa desse grupo, já que eles logo logo, assumirão o controle da Empresas.
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