A computação em nuvem (cloud computing) servirá como um divisor de águas na história dos departamentos de TI. O conceito de cloud estimulará uma ruptura na forma como as áreas de tecnologia da informação se organizam e na maneira como elas fornecem os serviços para o restante da organização.
“A TI vai ter de criar um centro de competência para lidar com os múltiplos fornecedores”.
Esse movimento será provocado pela disseminação da computação em nuvem e por um aumento na demanda por projetos baseados em SOA (arquitetura orientada a serviço).
O cloud computing representa um caminho sem volta, por outro lado, ainda representa um conceito incipiente no mercado.
“O modelo não está bem explicado e os próprios fornecedores não se mostram aptos a esse tipo de oferta”.
Um dos claros sinais dessa imaturidade, é o fato de que os provedores de serviços baseados na computação em nuvem não conseguem oferecer uma das premissas desse tipo de oferta: o pagamento pelo serviço efetivamente utilizado.
Do lado dos usuários, a postura das corporações representa outra importante barreira à disseminação das ofertas. “As empresas precisam romper com o paradigma de que precisam ter o controle absoluto sobre as soluções”, que acrescenta: “O conceito vai estar maduro em três a cinco anos.”
Em resumo, para se ter cloud computing e cobrar sob demanda (On Demand) será necessário um alargamento do mercado (demanda). Por outro lado na cobrança dos serviços sobre demanda, a unidade de preço a ser cobrada não pode depender da escala. Preço para um igual a preço para mil.
Nenhum comentário:
Postar um comentário