A pirataria prejudica a criação de empregos no País e a participação do setor de TI (Foto: Divulgação)
Estudo encomendado pela Microsfot ao Instituto de pesquisa Keystone Empresas revela que o setor de manufatura nos BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) utilizam software ilegal gera perdas de US$ 1,6 bilhão para os seus concorrentes que trabalham de forma regularizada utilizando softwares originais.
Entre os países do bloco, a China é o país com maior prejuízo (US$ 837 milhões), seguido pela Índia (US$ 505 milhões), Brasil (US$ 186 milhões) e Rússia (US$ 115 milhões). Os dados integram estudo que aborda o impacto econômico causado pela pirataria de softwares em 17 mercados e faz parte do Dia do Jogo Limpo (Fair Play Day).
Segundo David Finn, conselheiro geral para antipirataria da Microsoft , o chamado ‘jogo limpo’, além de evitar a exposição das empresas aos riscos causados pelo uso de softwares piratas, poderia trazer um retorno demais de US$ 1,6 bilhão por ano para a economia de países emergentes.
Com o montante desviado pela pirataria no Brasil, seria possível empregar cerca de 20 mil profissionais. O combate à pirataria poderia aumentar ainda mais a participação do setor de TI na economia, que é tão importante para promover a inovação e o desenvolvimento de todo o País.
Ainda de acordo com a pesquisa, a pirataria gera mais de US$ 2,9 bilhões no mercado negro, além da clara concorrência desleal para empresas da América Latina, Europa Central e Ocidental e a região da Ásia-Pacífico. Nos cinco anos do ciclo de vida aproximada de um software, empresas dos BRIC perderão mais de US$ 8,2 bilhões para seus concorrentes ilegais.
Nenhum comentário:
Postar um comentário