Embora a crise Europa e Estados Unidos tenha afetado as fusões e aquisições em outros setores, essas operações na área de tecnologia continuam fortes. O volume dessas transações no terceiro trimestre de 2011 chegou a 56,4 bilhões de dólares, com aumento de 8% em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo o relatório Global Technology M&A Update, da Ernst & Young.
Em relação ao terceiro trimestre de 2010, o aumento das transações de fusões e aquisições de TI foi ainda maior, de 22%. O valor agregado dos negócios foi o maior valor trimestral desde 2007, anterior à crise financeira global, segundo o estudo.
“Apesar da volatilidade dos mercados e das incertezas macroeconômicas que têm desencorajado outros setores, as fusões e aquisições globais em tecnologia têm, até então, continuado a alavancar acordos cada vez mais altos impulsionados pelas megatendências do setor”, avalia Ricardo Reis, líder de fusões e aquisições da Ernst & Young Terco.
O consultor destaca que as fusões e aquisições são fundamentais para empresas permanecerem competitivas e transformarem inovação em produtos e serviços economicamente viáveis.
Em relação ao terceiro trimestre de 2010, o aumento das transações de fusões e aquisições de TI foi ainda maior, de 22%. O valor agregado dos negócios foi o maior valor trimestral desde 2007, anterior à crise financeira global, segundo o estudo.
“Apesar da volatilidade dos mercados e das incertezas macroeconômicas que têm desencorajado outros setores, as fusões e aquisições globais em tecnologia têm, até então, continuado a alavancar acordos cada vez mais altos impulsionados pelas megatendências do setor”, avalia Ricardo Reis, líder de fusões e aquisições da Ernst & Young Terco.
O consultor destaca que as fusões e aquisições são fundamentais para empresas permanecerem competitivas e transformarem inovação em produtos e serviços economicamente viáveis.
Reforço de tecnologiasOs acordos envolvendo mobilidade e business analytics marcaram presença no terceiro trimestre, alavancando duas grandes transações, cada um deles com valores acima de 10 bilhões de dólares. O relatório afirma que dois acordos desse porte não ocorriam em um mesmo trimestre desde 2000.
Outras transações foram impulsionadas por computação em nuvem, segurança da informação, redes sociais, jogos on-line e para dispositivos móveis, TI para a área de saúde e vídeos para dispositivos móveis e para internet. Muitos acordos combinaram duas ou mais dessas tendências.
Um dos focos das fusões e aquisições de tecnologia no terceiro trimestre é o chamado Big Data. Reis observa que os dispositivos móveis, as plataformas de redes sociais e sistemas de medição inteligentes estão gerando um volume ainda maior de dados, dificultando a sua análise.
“As empresas estão empenhadas com o que tem sido chamado de o problema de Big Data. Tecnologias que ajudem as companhias a dar um sentido a tudo isso poderão fornecer informações e conhecimentos importantes sobre o consumidor”, diz o consultor da Ernst & Young Terco.
Outras transações foram impulsionadas por computação em nuvem, segurança da informação, redes sociais, jogos on-line e para dispositivos móveis, TI para a área de saúde e vídeos para dispositivos móveis e para internet. Muitos acordos combinaram duas ou mais dessas tendências.
Um dos focos das fusões e aquisições de tecnologia no terceiro trimestre é o chamado Big Data. Reis observa que os dispositivos móveis, as plataformas de redes sociais e sistemas de medição inteligentes estão gerando um volume ainda maior de dados, dificultando a sua análise.
“As empresas estão empenhadas com o que tem sido chamado de o problema de Big Data. Tecnologias que ajudem as companhias a dar um sentido a tudo isso poderão fornecer informações e conhecimentos importantes sobre o consumidor”, diz o consultor da Ernst & Young Terco.
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