Geralmente os times técnicos focam muito no débito técnico relativo ao código, mas ele pode ocorrer em todos níveis da arquitetura, incluindo mas não se limitando a, interface com usuário, lógica de domínio, comunicação e aos dados.
Esse gráfico não é o original cunhado por Martin Fowler. Ele teve o quadrante Inconsistente/Imprudenteestendido por Scott Ambler para endereçar questões além do código.
Existem algumas razões Prudentes para entrar no “cheque especial” do débito técnico como a redução do tempo de liberação da solução (time-to-market) ou uma oportunidade de aprendizado, devido à pressão do negócio.
Outras razões são Imprudentes como não investir em arquitetura e desenho de forma Intencional, ou mesmo de forma Inconciente, resultado de não ter o conhecimento suficiente para entregar a solução.
Entre diversas abordagens para fugir do débito técnico está a adoção de métodos de desenvolvimento centrados em arquitetura, aliados ao desenvolvimento de provas de conceito e refatorações. Essa é uma abordagem que tem se mostrado sustentável, para gerenciar melhor as decisões técnicas visando manter o débito técnico sob controle.
E você? As soluções usadas em sua empresa acumulam débito técnico?. Pense nisto. Uma hora você terá que pagar a conta.
Nenhum comentário:
Postar um comentário