A inadimplência no crédito para veículos trouxe sinais preocupantes no semestre e voltou a assombrar as financeiras. A taxa, que era de 2,6% em janeiro, pulou para 3,8% em junho. E as perspectivas para o resto do ano não são as melhores. Para Décio Carbonari, presidente da Anef, a inadimplência em julho deve continuar a subir ou, no melhor dos cenários, ficar estável. "De uma forma geral, a perspectiva não é confortável", diz. Fonte: Valor Econômico - SPNão é só taxa em si que preocupa, mas seu comportamento ao longo do semestre. Tradicionalmente, a taxa tende a ser mais alta no começo do ano, graças ao acúmulo de obrigações - como matrícula escolar, IPVA e contas do Natal - para depois cair conforme avança o semestre. "A partir de março, a inadimplência costumava voltar para a tendência normal. Não voltou e começou a crescer", diz Carbonari. A origem da inadimplência crescente estaria na combinação perversa entre o aumento de inflação e as demais medidas do Banco Central (BC), que encareceram o uso do cartão de crédito, criaram maior dificuldade em obter crédito pessoal e reduziram a capacidade dos clientes, em especial os de orçamento mais apertado, de pagar suas dívidas. "O que prejudicou o semestre foram as classes de renda mais baixa", diz Carbonari. |
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Inadimplência preocupa e pode subir mais
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