Ao final de 2011, embora a maioria das empresas tenha crescido, a incerteza econômica chegou ao mercado, impulsionada pela crise em curso na Europa, que ainda ameaça o mundo. O lado positivo é que, pelo menos, esse quadro é familiar. “Em 2008, ninguém sabia o que ia acontecer após a crise financeira global e os gastos com TI pararam do dia para a noite”, diz Richard Gordon, vice-presidente de pesquisas do instituto de pesquisas Gartner. “Não estamos nesse tipo de situação agora. As soluções para os problemas [nos EUA e na Europa] são compreendidas e conhecidas”, completa.
Contra o pano de fundo econômico preocupante, as empresas continuaram a investir em TI, ainda que com cautela. Os orçamentos de TI cresceram em 2011, mas não muito. De acordo com Gordon, a expansão das nações emergentes compensou o crescimento lento nos EUA e na Europa, mas o resultado é inferior se comparado com 2010.
“Em 2012, vamos ver mais do mesmo”, diz Gordon. “A partir de uma perspectiva de TI, as companhias estão se planejando para um período de crescimento econômico lento.”
A IDC está mais otimista. A consultoria estima que os gastos com TI em todo o mundo crescerão 6,9% ano a ano, alcançado 1,8 trilhão de dólares em 2012. Parcela significativa, cerca de 20%, será impulsionada por tecnologias que estão redesenhando a indústria de TI: smartphones, tablets, redes móveis, redes sociais e análise de grande quantidade de dados, o Big Data.
A mobilidade está introduzindo o cuidado com a gestão e a segurança da informação, e, ao mesmo tempo, permitindo que as organizações aumentem a produtividade dos funcionários e melhorem o serviço ao cliente. As redes sociais estão gerando um grande tesouro: dados e mais dados sobre os clientes, mas também criando um enorme desafio para as companhias que querem utilizar essas informações de forma estratégica.
Briga por talentos
Como as organizações tentam equilibrar os desafios técnicos e as oportunidades, elas também estão diante da falta de profissionais qualificados. Os profissionais de TI com habilidades para desenvolver aplicativos, virtualizar ambientes ou trabalhar com computação em nuvem estão em falta, assim como aqueles que possuem expertise na análise de negócios.
Por outro lado, profissionais de tecnologia com habilidades e experiência relevantes não estão tendo dificuldades para encontrar empregos, diz Jack Cullen, presidente da empresa de recrutamento Modis. “Se os candidatos têm fortes habilidades e se comunicam bem, estão conquistando o topo rapidamente”, diz.
A Cars.com, site que reúne preços e opiniões para os compradores de automóveis, realizou muitas contratações na equipe de TI no ano passado e vai manter o ritmo em 2012 à medida que a indústria automotiva ganha fôlego.
“Sofremos com a recessão como todo mundo, mas a indústria automobilística está se recuperando. Apesar de ainda não estarmos perto de níveis pré-recessão de vendas de automóveis, elas têm sido estáveis”, avalia Bill Swislow, CIO da Cars.com.
Como resultado, a Cars.com continua investindo pesado em TI. ““Em 2010 e 2011, fizemos investimentos significativos. Aumentamos globalmente os gastos com TI e executamos uma série de iniciativas estratégicas relacionadas à infraestrutura”,
relata Swislow.
Neste ano, o executivo planeja ampliar a equipe em 10%. Em 2011, houve adição de 30% no time de TI. Na lista de projetos, diz, estão a reestruturação do CRM, a implementação de um novo data warehouse e a adoção de tecnologias de Business Intelligence (BI).
“Há uma expectativa crescente dos nossos clientes e revendedores de poder entrar em uma ferramenta e ver em tempo real as métricas. Nosso data warehouse atual realiza o processo em lote durante a noite, mas queremos carregar durante o dia”, detalha Swislow.
Segundo ele, a execução bem-sucedida dos principais projetos de TI ao longo dos últimos anos torna mais fácil para justificar novos aumentos no número de funcionários e no orçamento de TI, aponta Swislow. “Nossa capacidade de investir de forma eficaz nos permite gastar mais”, diz.
Como as organizações tentam equilibrar os desafios técnicos e as oportunidades, elas também estão diante da falta de profissionais qualificados. Os profissionais de TI com habilidades para desenvolver aplicativos, virtualizar ambientes ou trabalhar com computação em nuvem estão em falta, assim como aqueles que possuem expertise na análise de negócios.
Por outro lado, profissionais de tecnologia com habilidades e experiência relevantes não estão tendo dificuldades para encontrar empregos, diz Jack Cullen, presidente da empresa de recrutamento Modis. “Se os candidatos têm fortes habilidades e se comunicam bem, estão conquistando o topo rapidamente”, diz.
A Cars.com, site que reúne preços e opiniões para os compradores de automóveis, realizou muitas contratações na equipe de TI no ano passado e vai manter o ritmo em 2012 à medida que a indústria automotiva ganha fôlego.
“Sofremos com a recessão como todo mundo, mas a indústria automobilística está se recuperando. Apesar de ainda não estarmos perto de níveis pré-recessão de vendas de automóveis, elas têm sido estáveis”, avalia Bill Swislow, CIO da Cars.com.
Como resultado, a Cars.com continua investindo pesado em TI. ““Em 2010 e 2011, fizemos investimentos significativos. Aumentamos globalmente os gastos com TI e executamos uma série de iniciativas estratégicas relacionadas à infraestrutura”,
relata Swislow.
Neste ano, o executivo planeja ampliar a equipe em 10%. Em 2011, houve adição de 30% no time de TI. Na lista de projetos, diz, estão a reestruturação do CRM, a implementação de um novo data warehouse e a adoção de tecnologias de Business Intelligence (BI).
“Há uma expectativa crescente dos nossos clientes e revendedores de poder entrar em uma ferramenta e ver em tempo real as métricas. Nosso data warehouse atual realiza o processo em lote durante a noite, mas queremos carregar durante o dia”, detalha Swislow.
Segundo ele, a execução bem-sucedida dos principais projetos de TI ao longo dos últimos anos torna mais fácil para justificar novos aumentos no número de funcionários e no orçamento de TI, aponta Swislow. “Nossa capacidade de investir de forma eficaz nos permite gastar mais”, diz.
Mantendo o ritmo?
Por outro lado, nem todas as empresas estão contratando e gastando mais. Esse é o caso da cidade de Ridgeland, no Mississippi (EUA). “Ainda estamos cautelosos”, diz Joe Kirchner, gerente de Sistemas de Informação da cidade. “Em princípio, estamos cuidando
do essencial”, afirma sem
muito otimismo.
Ele diz que um dos projetos-chave para 2012 será a ampliação do sistema VoIP. Ridgeland analisou as opções de VoIP por vários anos antes de começar a implementar a tecnologia na prefeitura e no departamento de polícia. O trabalho iniciou em janeiro deste ano em alguns departamentos da cidade, incluindo o corpo de bombeiros.
A cidade de Ridgeland está substituindo o pessoal de TI que saiu recentemente, mas não abrirá novas posições. O Nucleus Research diz que os departamentos de TI querem aplicar o dinheiro em tecnologia em vez de contratar mais pessoal. Estudo do instituto de pesquisas mostra que em 2011, 60% das empresas reduziram ou evitaram a adição de funcionários para investir em tecnologia. “Tecnologias aprimoram a produtividade dos funcionários”, avalia Rebecca Wettemann, vice-presidente de pesquisa do Nucleus Research.
Por outro lado, nem todas as empresas estão contratando e gastando mais. Esse é o caso da cidade de Ridgeland, no Mississippi (EUA). “Ainda estamos cautelosos”, diz Joe Kirchner, gerente de Sistemas de Informação da cidade. “Em princípio, estamos cuidando
do essencial”, afirma sem
muito otimismo.
Ele diz que um dos projetos-chave para 2012 será a ampliação do sistema VoIP. Ridgeland analisou as opções de VoIP por vários anos antes de começar a implementar a tecnologia na prefeitura e no departamento de polícia. O trabalho iniciou em janeiro deste ano em alguns departamentos da cidade, incluindo o corpo de bombeiros.
A cidade de Ridgeland está substituindo o pessoal de TI que saiu recentemente, mas não abrirá novas posições. O Nucleus Research diz que os departamentos de TI querem aplicar o dinheiro em tecnologia em vez de contratar mais pessoal. Estudo do instituto de pesquisas mostra que em 2011, 60% das empresas reduziram ou evitaram a adição de funcionários para investir em tecnologia. “Tecnologias aprimoram a produtividade dos funcionários”, avalia Rebecca Wettemann, vice-presidente de pesquisa do Nucleus Research.
Conhecer os clientes e os negócios
Empresas estão implementando tecnologias que podem ajudar a melhorar o serviço ao cliente, análise de dados para garantir melhor tomada de decisões e tirar o máximo proveito da força de trabalho.
Mesmo durante a recessão, as organizações continuaram a investir em CRM porque a ferramenta é importante para conhecer os clientes, identificar e reter os que geram lucro para a empresa e acompanhar o comportamento dos novos consumidores, diz Wettemann. “Para cada dólar que você gasta em CRM, recebe 5,60 dólares de volta”, diz.
Soluções de análise são procuradas porque permitem às companhias tomar decisões baseadas em dados em vez do instinto, e isso não requer um esforço enorme da TI. “Temos visto companhias realizarem investimento relativamente pequeno, fazer um projeto piloto de análise, entender como a tecnologia funciona e ver o que ela oferece de retorno”, diz Wettemann.
Em Nova York, ferramentas analíticas estão ajudando distritos a acompanhar as tendências do desempenho acadêmico dos estudantes. “Realizamos a análise educacional a partir de uma solução da IBM para ajudar os distritos a identificar em que é preciso concentrar tempo e atenção para impulsionar o desempenho do aluno”, explica Nicole Catapano, coordenadora de análise no board da Cooperative Educational Services e Washington-Saratoga-Warren-Hamilton-Essex.
Empresas estão implementando tecnologias que podem ajudar a melhorar o serviço ao cliente, análise de dados para garantir melhor tomada de decisões e tirar o máximo proveito da força de trabalho.
Mesmo durante a recessão, as organizações continuaram a investir em CRM porque a ferramenta é importante para conhecer os clientes, identificar e reter os que geram lucro para a empresa e acompanhar o comportamento dos novos consumidores, diz Wettemann. “Para cada dólar que você gasta em CRM, recebe 5,60 dólares de volta”, diz.
Soluções de análise são procuradas porque permitem às companhias tomar decisões baseadas em dados em vez do instinto, e isso não requer um esforço enorme da TI. “Temos visto companhias realizarem investimento relativamente pequeno, fazer um projeto piloto de análise, entender como a tecnologia funciona e ver o que ela oferece de retorno”, diz Wettemann.
Em Nova York, ferramentas analíticas estão ajudando distritos a acompanhar as tendências do desempenho acadêmico dos estudantes. “Realizamos a análise educacional a partir de uma solução da IBM para ajudar os distritos a identificar em que é preciso concentrar tempo e atenção para impulsionar o desempenho do aluno”, explica Nicole Catapano, coordenadora de análise no board da Cooperative Educational Services e Washington-Saratoga-Warren-Hamilton-Essex.
Céu com nuvens
Cloud computing é outra área de crescimento acelerado em 2012. A mudança de modelos tradicionais de TI para serviços de nuvem pública ainda está em fase inicial, mas salta em ritmo mais rápido do que os gastos globais com TI, 19% ao ano até 2015 segundo o Gartner.
O apelo da nuvem, com o seu potencial de reduzir as despesas de capital e permitir maior agilidade a TI, está se mostrando forte o suficiente para convencer as empresas a passar seus dados para um provedor do modelo.
Até 2016, mais de 50% das maiores companhias do mundo terão armazenado dados sensíveis na cloud pública, prevê o Gartner. Sob pressão para reduzir custos e operar com mais eficiência, mais de 20% das organizações já armazenam dados em um ambiente de nuvem híbrida, afirma o Gartner.
Na indústria de serviços financeiros, o ambiente econômico atual e as regulamentações estão conduzindo o setor que tradicionalmente construía infraestrutura própria à terceirização de algumas funções.
“A tendência natural das organizações é fazer tudo sozinhas. Confiar em alguém para cuidar de uma parte crítica da infraestrutura é decisão difícil”, opina Stanley Young, CEO da NYSE Technologies, provedor de cloud.
Duas tendências complementares [a adoção explosiva dos dispositivos móveis e o uso crescente de smartphones e tablets pessoais para fins profissionais] vão comandar os investimentos nos próximos meses.
Empresas estão lidando com o desafio de incorporar dispositivos móveis dos empregados na infraestrutura corporativa. A cidade de Ridgeland, no Mississippi, não aderiu a essa onda. Ela não permite que funcionários usem dispositivos pessoais para acessar sistemas internos. Os desafios de gestão e de segurança são os principais motivos da proibição.
Já a Digirad, fabricante de câmeras para fins médicos, permite que os funcionários usem iPhones e iPads pessoais no trabalho, mas limita o acesso aos aplicativos. “Inicialmente, estamos tentando apoiar o e-mail”, diz Jon Martin, vice-presidente de TI da Digirad. “E os usuários não podem entrar em contato conosco para obter aconselhamento. Recomendamos: verifique com o seu provedor”, afirma.
Pesquisa recente da Enterprise Device Alliance descobriu que 66% das organizações permitem que alguns funcionários utilizem seus próprios dispositivos e oferecem algum tipo de suporte. Muitas organizações de TI estão investindo em ferramentas para gerenciar e proteger esses dispositivos. Apenas 16% das organizações relataram o uso de plataformas de gerenciamento de dispositivo móvel, porcentagem que deverá mais do que triplicar e chegar a 50% até o final de 2012.
Algo semelhante está acontecendo no universo das redes sociais. Equipes de vendas e de marketing querem manter contato com os clientes por meio de sites de relacionamento. Mas a TI não quer expor a empresa a riscos desnecessários que podem ser desencadeados a partir desses canais.
Levantamento do Ponemon Institute aponta que 63% dos entrevistados disseram que usar meios de comunicação social, de fato, coloca em risco a organização, e 52% disseram que suas companhias sofreram aumento de vírus e ataques de malware como resultado da utilização das redes sociais pelos funcionários. No entanto, apenas 29% têm controle de segurança para mitigar ou reduzir o risco.
Olhando para o futuro, analistas da indústria dizem que as organizações irão adotar ferramentas para gerenciamento de conformidade de conteúdo e de análise de conteúdo com o objetivo de medir a eficácia de suas atividades nas mídias sociais.
Em geral, as organizações não esperam melhoria imediata da economia. Ainda assim, os executivos de TI estão direcionando investimentos em novas áreas e repensando radicalmente como podem adquirir tecnologias e prestar serviços aos usuários finais. Após um período de foco incansável na redução de custos, essa estratégia parece chegar no momento certo.
Cloud computing é outra área de crescimento acelerado em 2012. A mudança de modelos tradicionais de TI para serviços de nuvem pública ainda está em fase inicial, mas salta em ritmo mais rápido do que os gastos globais com TI, 19% ao ano até 2015 segundo o Gartner.
O apelo da nuvem, com o seu potencial de reduzir as despesas de capital e permitir maior agilidade a TI, está se mostrando forte o suficiente para convencer as empresas a passar seus dados para um provedor do modelo.
Até 2016, mais de 50% das maiores companhias do mundo terão armazenado dados sensíveis na cloud pública, prevê o Gartner. Sob pressão para reduzir custos e operar com mais eficiência, mais de 20% das organizações já armazenam dados em um ambiente de nuvem híbrida, afirma o Gartner.
Na indústria de serviços financeiros, o ambiente econômico atual e as regulamentações estão conduzindo o setor que tradicionalmente construía infraestrutura própria à terceirização de algumas funções.
“A tendência natural das organizações é fazer tudo sozinhas. Confiar em alguém para cuidar de uma parte crítica da infraestrutura é decisão difícil”, opina Stanley Young, CEO da NYSE Technologies, provedor de cloud.
Duas tendências complementares [a adoção explosiva dos dispositivos móveis e o uso crescente de smartphones e tablets pessoais para fins profissionais] vão comandar os investimentos nos próximos meses.
Empresas estão lidando com o desafio de incorporar dispositivos móveis dos empregados na infraestrutura corporativa. A cidade de Ridgeland, no Mississippi, não aderiu a essa onda. Ela não permite que funcionários usem dispositivos pessoais para acessar sistemas internos. Os desafios de gestão e de segurança são os principais motivos da proibição.
Já a Digirad, fabricante de câmeras para fins médicos, permite que os funcionários usem iPhones e iPads pessoais no trabalho, mas limita o acesso aos aplicativos. “Inicialmente, estamos tentando apoiar o e-mail”, diz Jon Martin, vice-presidente de TI da Digirad. “E os usuários não podem entrar em contato conosco para obter aconselhamento. Recomendamos: verifique com o seu provedor”, afirma.
Pesquisa recente da Enterprise Device Alliance descobriu que 66% das organizações permitem que alguns funcionários utilizem seus próprios dispositivos e oferecem algum tipo de suporte. Muitas organizações de TI estão investindo em ferramentas para gerenciar e proteger esses dispositivos. Apenas 16% das organizações relataram o uso de plataformas de gerenciamento de dispositivo móvel, porcentagem que deverá mais do que triplicar e chegar a 50% até o final de 2012.
Algo semelhante está acontecendo no universo das redes sociais. Equipes de vendas e de marketing querem manter contato com os clientes por meio de sites de relacionamento. Mas a TI não quer expor a empresa a riscos desnecessários que podem ser desencadeados a partir desses canais.
Levantamento do Ponemon Institute aponta que 63% dos entrevistados disseram que usar meios de comunicação social, de fato, coloca em risco a organização, e 52% disseram que suas companhias sofreram aumento de vírus e ataques de malware como resultado da utilização das redes sociais pelos funcionários. No entanto, apenas 29% têm controle de segurança para mitigar ou reduzir o risco.
Olhando para o futuro, analistas da indústria dizem que as organizações irão adotar ferramentas para gerenciamento de conformidade de conteúdo e de análise de conteúdo com o objetivo de medir a eficácia de suas atividades nas mídias sociais.
Em geral, as organizações não esperam melhoria imediata da economia. Ainda assim, os executivos de TI estão direcionando investimentos em novas áreas e repensando radicalmente como podem adquirir tecnologias e prestar serviços aos usuários finais. Após um período de foco incansável na redução de custos, essa estratégia parece chegar no momento certo.
Dez tendências para o mercado de TI na AL em 2012, segundo IDC
Crescimento estável vai pautar a região nos próximos meses. Consumerização, expansão da rede móvel e maturidade da nuvem fazem parte das previsões. A IDC América Latina aponta as tendencias da industria de TI e Telecom na região para os próximos meses. Abaixo, veja a lista das dez previsões da consultoria.
1. Depois de uma década de impulso, região terá crescimento estável – Após expansão da América Latina e da clase média, 2012 será ano de crescimento para a indústria de TI, apesar da volatilidade da economia global. A IDC prevê que o investimento em TI será 12,2% superior ao longo do ano e o mercado deverá movimentar mais de 97 bilhões de dólares.
2. Tablets serão dispositivos complementares – O mercado tem-se perguntado se os tablets vão substituir os PCs. Na visão da IDC, isso não vai acontecer. Estima-se que 2,1 milhões de unidades de tablets sejam comercializadas em 2012, mas ainda assim o número é relativamente pequeno. No entanto, os tablets vão alterar o ecossistema de TI e terá uso complementar ao lado de outros dispositivos móveis, fruto de uma combinação de novas funcionalidade e aplicações inovadoras na empresa.
3. Consumerização de TI: profissionais vão ampliar uso de dispositivos pessoais no ambiente de trabalho – Uma nova geração de consumidores vai mudar a forma de tomar decisões sobre qual tecnologia a companhia deve investir. Assim, tecnologias pessoais vão criar novas dinâmicas nas organizações.
4. Expansão da rede móvel atinge dimensão crítica – O transporte de dados na rede móvel continuará a crescer a taxas exponenciais, uma das causas é o rápido crescimento da base instalada de smartphones, que saltará 71% neste ano. Durante 2012, as operadoras de telecom vão trabalhar para migrar suas redes para 3G e 4G.
5. Serviços de nuvem atingem maturidade – Em 2012, apenas uma [em cada cinco companhias] não vai entender o conceito de serviços em nuvem, que representarão 280 milhões dólares até o final do ano. As novas ofertas continuarão a confundir, mas as migrações iniciais devem cumprir reais oportunidades para a inovação. Pequenas empresas terão acesso a ofertas que se adaptem às suas necesidades.
6. Tecnologia para a nuvem em uma encruzilhada – Como os componentes de uma “infraestrutura de nuvem” (data centers de alta densidade e velocidade, e utilização máxima da virtualização) tornam-se cada vez mais comuns, a base para a nuvem privada define-se no mercado. Embora ainda faltem caminhos para a automação e a medição para chegar ao modelo de infraestrutura como serviço (IaaS), a visão está definida e irá orientar as decisões de investimento daqui para frente.
7. Big Data: o nascimento de um “grande” mercado, definido não pelo tamanho mas por sua utilização – Com o efeito da taxa impressionante de acúmulo de informações (quase 50% a mais por ano), 90% delas difíceis de analisar, a abordagem tradicional de gerenciamento de dados dará origem a um mercado de 370 milhões dólares na América Latina em 2012, incluindo hardware, software e gestão de serviços associados ao Big Data.
8. Indústrias inteligentes – Em 2012, a combinação de mobilidade, cloud, Big Data e rede social irá resultar na criação de soluções inteligentes que vão transformar o setor financeiro (sistemas de pagamento móveis integrados), a indústria (gestão de estoque e de fornecimento do produto ao ponto de venda) e a governança (gestão de sistemas da cidade inteligente).
9. Novo paradigma de armazenamento e de virtualização vai mudar o gerenciamento de conteúdo – Assim como a explosão de dados, haverá uma mudança na maneira como as pessoas veem e armazenam o conteúdo, acelerando a migração do mercado de investimento da manipulação física tradicional (papel, tinta de impressão) para a manipulação digital.
10. Provedores asiáticos de baixo custo vão crescer na América Latina – Em busca de mercados em crescimento, os fornecedores asiáticos de baixo custo passarão a ter maior participação na América Latina.
2. Tablets serão dispositivos complementares – O mercado tem-se perguntado se os tablets vão substituir os PCs. Na visão da IDC, isso não vai acontecer. Estima-se que 2,1 milhões de unidades de tablets sejam comercializadas em 2012, mas ainda assim o número é relativamente pequeno. No entanto, os tablets vão alterar o ecossistema de TI e terá uso complementar ao lado de outros dispositivos móveis, fruto de uma combinação de novas funcionalidade e aplicações inovadoras na empresa.
3. Consumerização de TI: profissionais vão ampliar uso de dispositivos pessoais no ambiente de trabalho – Uma nova geração de consumidores vai mudar a forma de tomar decisões sobre qual tecnologia a companhia deve investir. Assim, tecnologias pessoais vão criar novas dinâmicas nas organizações.
4. Expansão da rede móvel atinge dimensão crítica – O transporte de dados na rede móvel continuará a crescer a taxas exponenciais, uma das causas é o rápido crescimento da base instalada de smartphones, que saltará 71% neste ano. Durante 2012, as operadoras de telecom vão trabalhar para migrar suas redes para 3G e 4G.
5. Serviços de nuvem atingem maturidade – Em 2012, apenas uma [em cada cinco companhias] não vai entender o conceito de serviços em nuvem, que representarão 280 milhões dólares até o final do ano. As novas ofertas continuarão a confundir, mas as migrações iniciais devem cumprir reais oportunidades para a inovação. Pequenas empresas terão acesso a ofertas que se adaptem às suas necesidades.
6. Tecnologia para a nuvem em uma encruzilhada – Como os componentes de uma “infraestrutura de nuvem” (data centers de alta densidade e velocidade, e utilização máxima da virtualização) tornam-se cada vez mais comuns, a base para a nuvem privada define-se no mercado. Embora ainda faltem caminhos para a automação e a medição para chegar ao modelo de infraestrutura como serviço (IaaS), a visão está definida e irá orientar as decisões de investimento daqui para frente.
7. Big Data: o nascimento de um “grande” mercado, definido não pelo tamanho mas por sua utilização – Com o efeito da taxa impressionante de acúmulo de informações (quase 50% a mais por ano), 90% delas difíceis de analisar, a abordagem tradicional de gerenciamento de dados dará origem a um mercado de 370 milhões dólares na América Latina em 2012, incluindo hardware, software e gestão de serviços associados ao Big Data.
8. Indústrias inteligentes – Em 2012, a combinação de mobilidade, cloud, Big Data e rede social irá resultar na criação de soluções inteligentes que vão transformar o setor financeiro (sistemas de pagamento móveis integrados), a indústria (gestão de estoque e de fornecimento do produto ao ponto de venda) e a governança (gestão de sistemas da cidade inteligente).
9. Novo paradigma de armazenamento e de virtualização vai mudar o gerenciamento de conteúdo – Assim como a explosão de dados, haverá uma mudança na maneira como as pessoas veem e armazenam o conteúdo, acelerando a migração do mercado de investimento da manipulação física tradicional (papel, tinta de impressão) para a manipulação digital.
10. Provedores asiáticos de baixo custo vão crescer na América Latina – Em busca de mercados em crescimento, os fornecedores asiáticos de baixo custo passarão a ter maior participação na América Latina.
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