BRANDON BUTLER, NETWORK WORLD/USA
Recuperação de desastres como serviço (DRaaS) é uma modalidade em crescimento. Como está em fase inicial, muitas organizações ainda não sabem exatamente o que procurar quando buscam um provedor do modelo.
O analista de disaster recovery (DR) do instituto de pesquisas Gartner John Morency lista uma série de dicas para os clientes que procuram as perguntas certas para abordar o futuro provedor de DRaaS. Veja abaixo algumas delas.
O que procurar em um provedor
Compreensão do posicionamento do provedor no mercado, seu portfólio de serviços e estabilidade financeira.
Service-Level Agreement (SLA): é customizado ou genérico?
Tamanho da base instalada.
Número de recuperações realizadas.
Há quanto tempo existe o negócios, número de escritórios (locais e internacionais), nomes dos cinco maiores clientes, o tempo de relacionamento com cada um e as informações de contato para servir como referência.
Pessoal-chave associado direcionado para a sua conta e contatos.
Experiência com os clientes de empresas do mesmo ramo de atuação.
Para observar nos SLAs
Desempenho das máquinas virtuais que são executadas na nuvem para garantir que elas correspondem às necessidades da organização.
Localização geográfica dos centros de suporte do provedor para garantir que eles possam satisfazer os pedidos de entrega de serviços.
Declaração de processos em casos de desastres e incidentes processo de gestão de triagem.
Tempo para recuperação
0-2 horas: comunicação, companhias aéreas, serviços financeiros
2-8 horas: defesa, seguros, biotecnologia, saúde, manufatura, serviços públicos
8-24 horas: bens de consumo, a distribuição de varejo, governo, empresa que não atuam com transporte aéreo
Mais de 24 horas: construção, distribuição de alimentos/ bebidas, mídia
No data center do provedor
Statement on Standards for Attestation Engagements (SSAE) 16, Service Organization Control (SOC), certificações formais 1, 2 e 3. Ou certificação Statements on Auditing Standards (SAS) 70 Tipo II. A SSAE substitui a SAS 70.
Data center deve atender aos requisitos Tier do Uptime Institute.
Garantia de uptime de 99,995%.
Número de clientes por máquinas virtuais.
Pessoal disponível.
Testes permitidos aos usuários.
Preços
Revisão detalhada da estrutura de preços.
Valor de DRaaS por camada.
Taxas de manutenção.
Custos adicionais com equipamentos.
Taxas de suporte.
Custo por dia com serviços de consultoria, treinamento, incluindo custos de viagem.
Tacas com licenças de software.
Quaisquer outras taxas ou encargos que o cliente terá de pagar.
O analista de disaster recovery (DR) do instituto de pesquisas Gartner John Morency lista uma série de dicas para os clientes que procuram as perguntas certas para abordar o futuro provedor de DRaaS. Veja abaixo algumas delas.
O que procurar em um provedor
Compreensão do posicionamento do provedor no mercado, seu portfólio de serviços e estabilidade financeira.
Service-Level Agreement (SLA): é customizado ou genérico?
Tamanho da base instalada.
Número de recuperações realizadas.
Há quanto tempo existe o negócios, número de escritórios (locais e internacionais), nomes dos cinco maiores clientes, o tempo de relacionamento com cada um e as informações de contato para servir como referência.
Pessoal-chave associado direcionado para a sua conta e contatos.
Experiência com os clientes de empresas do mesmo ramo de atuação.
Para observar nos SLAs
Desempenho das máquinas virtuais que são executadas na nuvem para garantir que elas correspondem às necessidades da organização.
Localização geográfica dos centros de suporte do provedor para garantir que eles possam satisfazer os pedidos de entrega de serviços.
Declaração de processos em casos de desastres e incidentes processo de gestão de triagem.
Tempo para recuperação
0-2 horas: comunicação, companhias aéreas, serviços financeiros
2-8 horas: defesa, seguros, biotecnologia, saúde, manufatura, serviços públicos
8-24 horas: bens de consumo, a distribuição de varejo, governo, empresa que não atuam com transporte aéreo
Mais de 24 horas: construção, distribuição de alimentos/ bebidas, mídia
No data center do provedor
Statement on Standards for Attestation Engagements (SSAE) 16, Service Organization Control (SOC), certificações formais 1, 2 e 3. Ou certificação Statements on Auditing Standards (SAS) 70 Tipo II. A SSAE substitui a SAS 70.
Data center deve atender aos requisitos Tier do Uptime Institute.
Garantia de uptime de 99,995%.
Número de clientes por máquinas virtuais.
Pessoal disponível.
Testes permitidos aos usuários.
Preços
Revisão detalhada da estrutura de preços.
Valor de DRaaS por camada.
Taxas de manutenção.
Custos adicionais com equipamentos.
Taxas de suporte.
Custo por dia com serviços de consultoria, treinamento, incluindo custos de viagem.
Tacas com licenças de software.
Quaisquer outras taxas ou encargos que o cliente terá de pagar.
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