Esse quadro é impulsionado, de acordo com ele, pela necessidade de os bancos buscarem, cada vez mais, conhecer melhor os clientes, possibilitando atendimento personalizado. “Além de permitir o lançamento de produtos e serviços rapidamente e redução de custos”, completa.
Em linha com o mercado, a IBM estáapostando nos dois conceitos, apresentados durante o Ciab Febraban 2011. “Desde 2005, realizamos a aquisição de 25 empresas de análise para fortalecer nossa oferta e o nosso laboratório de pesquisa, inaugurado em março deste ano vai ajudar a criar inovações na área”, diz Roberto Bisca, líder de soluções para indústria financeira da IBM para a América Latina.
Trata-se de um terreno fértil, afirma Bisca. “Embora as instituições financeiras tenham enorme volume de dados, têm dificuldades para transformá-los em informações que ajudem na tomada de decisões. Ferramentas analíticas sugerem insights, indicam serviços e produtos para cada cliente”, explica.
Em linha com o mercado, a IBM estáapostando nos dois conceitos, apresentados durante o Ciab Febraban 2011. “Desde 2005, realizamos a aquisição de 25 empresas de análise para fortalecer nossa oferta e o nosso laboratório de pesquisa, inaugurado em março deste ano vai ajudar a criar inovações na área”, diz Roberto Bisca, líder de soluções para indústria financeira da IBM para a América Latina.
Trata-se de um terreno fértil, afirma Bisca. “Embora as instituições financeiras tenham enorme volume de dados, têm dificuldades para transformá-los em informações que ajudem na tomada de decisões. Ferramentas analíticas sugerem insights, indicam serviços e produtos para cada cliente”, explica.
No ano passado, a indústria financeira foi responsável por 29% da renda global da IBM. Embora, a companhia não revele número locais, Pessoa afirma que o mercado nacional é importante para a IBM.
A proposta da IBM de Business Analytics Optimization (BAO), ajuda, de acordo com Pessoa, as instituições financeiras a olhar para o futuro e não só analisar os dados do passado, método utilizado pelo Business Intelligence (BI). “Se você é cliente de um banco há cinco anos, ele acompanhou seu ciclo de vida e consumo. E com isso, pode identificar o que você vai fazer daqui para frente, se vai casar, ter filhos e oferecer soluções sob demanda”, exemplifica.
O executivo diz ainda que o BAO não é somente direcionado aos bancos. “Mas a qualquer instituição que quer se aproximar do público e precisa avaliar grandes quantidades de dados para garantir o crescimento dos negócios.”
Segundo ele, em cem anos de IBM, completados hoje, a empresa segue com a missão de mostrar ao mercado que há tecnologias adequadas para suportar as operações desejadas.
E a nuvem?Embora especialistas do setor de TI afirmem que cloud computing é a aposta da vez, bancos são cautelosos ao tratar o assunto, aponta Pessoa. “Na verdade, eles sempre tiveram essa postura e devem ser assim, afinal lidam com informações extremamente sensíveis e são responsáveis pela movimentação de grande parte da economia nacional”, diz. De acordo com ele, incialmente, empresas optam pelo modelo privado, como é o caso do Banco Santander, um dos clientes da IBM no setor.
Essa movimentação, diz ele, não significa que a cloud não vai emplacar nesse mercado ou que a segurança é uma barreira no ambiente. “Internet banking já é realidade para todos, mas no início da web especulava-se que os bancos não teriam esses sistemas na rede”, lembra.
A proposta da IBM de Business Analytics Optimization (BAO), ajuda, de acordo com Pessoa, as instituições financeiras a olhar para o futuro e não só analisar os dados do passado, método utilizado pelo Business Intelligence (BI). “Se você é cliente de um banco há cinco anos, ele acompanhou seu ciclo de vida e consumo. E com isso, pode identificar o que você vai fazer daqui para frente, se vai casar, ter filhos e oferecer soluções sob demanda”, exemplifica.
O executivo diz ainda que o BAO não é somente direcionado aos bancos. “Mas a qualquer instituição que quer se aproximar do público e precisa avaliar grandes quantidades de dados para garantir o crescimento dos negócios.”
Segundo ele, em cem anos de IBM, completados hoje, a empresa segue com a missão de mostrar ao mercado que há tecnologias adequadas para suportar as operações desejadas.
E a nuvem?Embora especialistas do setor de TI afirmem que cloud computing é a aposta da vez, bancos são cautelosos ao tratar o assunto, aponta Pessoa. “Na verdade, eles sempre tiveram essa postura e devem ser assim, afinal lidam com informações extremamente sensíveis e são responsáveis pela movimentação de grande parte da economia nacional”, diz. De acordo com ele, incialmente, empresas optam pelo modelo privado, como é o caso do Banco Santander, um dos clientes da IBM no setor.
Essa movimentação, diz ele, não significa que a cloud não vai emplacar nesse mercado ou que a segurança é uma barreira no ambiente. “Internet banking já é realidade para todos, mas no início da web especulava-se que os bancos não teriam esses sistemas na rede”, lembra.
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